Enveredas pelo caminho da razão...
E eu pelo caminho do Nada.
Talvez eu morra amanhã...
e como louca serei lembrada.
Se a existência
vem antes da essência...
talvez a loucura
seja superior à sanidade.
A idade da razão...
que importa?
Estando morta...
NADA!
Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
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Mostrando postagens com marcador Poemas meus. Mostrar todas as postagens
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sábado, 25 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Desesperança
Nunca perdi o rumo.
Talvez por isso, em mim,
não tenha se encontrado.
Fui para você o desejo,
a desesperança
do desejado.
domingo, 23 de outubro de 2011
Sabores

Não quero tocar seu rosto,
nem sentir o seu gosto
e nem deixar você me beijar.
Só quero o sabor da conquista,
para não perder o jeito
de conquistar.
Imagem do Google
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Vômito e diarréia
( indigestão de palavras)

Não...
Não há mais tempo!
Por dentro corre a bola
de fogo que enrola
o alimento ingerido.
Tudo o que ele diz
é convertido
em vômito!
E mesmo que se tome água,
tentando facilitar a digestão,
a água ingerida é quente.
Provoca dores abdominais,
cólicas intestinais...
Diarréia!
Crédito da imagem- Google imagehttp://www.imagensdahora.com.br/imagens_fotos/337/chapadona_vomitando_no_lixo/

Não...
Não há mais tempo!
Por dentro corre a bola
de fogo que enrola
o alimento ingerido.
Tudo o que ele diz
é convertido
em vômito!
E mesmo que se tome água,
tentando facilitar a digestão,
a água ingerida é quente.
Provoca dores abdominais,
cólicas intestinais...
Diarréia!
Crédito da imagem- Google imagehttp://www.imagensdahora.com.br/imagens_fotos/337/chapadona_vomitando_no_lixo/
terça-feira, 31 de maio de 2011
Inacessível chão
Sentir o vento nas pernas
levantando a saia.
Sob os pés, na praia,
a areia grossa, molhada.
E a assanhada brisa insistindo...
E o cabelo se abrindo
como se quisesse voar
e na face mostrar
as marcas do tempo.
Viajar, em sonhos, distante...
Como se, por um instante,
pudesse saborear o risoto de camarão.
Ignorar o coentro, salpicar cheiro verde
e degustar um vinho branco.
Depois, ainda à mesa, a sobremesa:
doce de abóbora com nozes e requeijão.
Sentar no chão, acender a lareira...
E, de brincadeira, jogar com as palavras.
E vê- las voando... jogando... voando...
Dançando... jogando... voando...
Dançando...
Dançando...
como dançam os pensamentos.
E correr contra o tempo... a favor do vento!
Sentir a brisa no rosto.
Sentir nos lábios o gosto
e ver o azul do céu
em um prato azul florido.
E, ao simples tato,
desabotoar o vestido...
e morrer de paixão...
Ali, mesmo!!!
... no chão.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
O gigante e a flor

Fizeram poemas de seus medos.
E ela não fez segredo de sua dor.
Transpuseram o oceano tão distante...
Ele era um gigante, ela era uma flor.
Não houve encontro, nenhuma paragem.
Nem houve tempestade nesse transpor.
Quando uma nuvem escura surgia...
o gigante emergia e salvava a flor.
Quando o mar batia contra os rochedos,
ele suprimia seus medos, não havia terror.
Ele dava formas tão interessantes à vida...
Que, das coisas de Deus, parecia escultor.
Ninguém soube exatamente quem era,
ninguém avaliou de seus dentes a cor.
Souberam, apenas, que de um lugar distante ...
existiu um gigante que cativou uma flor.
E ela não fez segredo de sua dor.
Transpuseram o oceano tão distante...
Ele era um gigante, ela era uma flor.
Não houve encontro, nenhuma paragem.
Nem houve tempestade nesse transpor.
Quando uma nuvem escura surgia...
o gigante emergia e salvava a flor.
Quando o mar batia contra os rochedos,
ele suprimia seus medos, não havia terror.
Ele dava formas tão interessantes à vida...
Que, das coisas de Deus, parecia escultor.
Ninguém soube exatamente quem era,
ninguém avaliou de seus dentes a cor.
Souberam, apenas, que de um lugar distante ...
existiu um gigante que cativou uma flor.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Deus grego

Ele era um deus grego
caminhava 10 km ao dia
e ainda fazia musculação.
Sua alimentação era equilibrada
e nadava de braçadas na imaginação.
E a ela dava trela...
Em função do vento manobrava as velas,
povoando de sonhos a embarcação.
Além do oceano aproava.
Remava
remava
remava...
Cada vez mais másculo amolecia o coração.
Era apaixonado pelo imaginado.
Transpunha mares buscando o desejado.
Não importava a direção.
Era um deus!À semelhança de Deus ele também criava.
E ao sopro divino, do divino vento, ele velejava...
Além do oceano.
( Imagem do Google imagens )
sexta-feira, 25 de março de 2011
Chuva mansa

Longe da fúria da natureza
Contemplo a beleza da chuva mansa que cai.
Parece que é mansa, mas tem gente que cansa
E chora, com ela, chuva de ais.
É a trinca, é o mofo.
É a roupa molhada que não seca mais.
É o mato que cresce.
É o sol que escurece atrás dos coqueirais.
É o bem- te- vi que pia
É a cotovia que vai embora.
É a maritaca que grita.
É a gata que mia, é o cão que chora.
Amanhece chuva à toda hora.
Calma, mansa...
Cansa! Mas não causa maiores danos à minha natureza.
E eu contemplo a beleza da chuva mansa que cai.
(imagem do Google imagens)
terça-feira, 22 de março de 2011
Saliva impura
sexta-feira, 18 de março de 2011
Rosa del fuego
Calma fauna ...
e uma Rosa desfolhada ( semi nua) na flora.
De repente o riso da Rosa vai embora,
na margem de um rio.
O revoar dos pássaros desesperados.
Um peixe pelo anzol rasgado.
Um rastejar denso
... Arrepio!
O suor frio escorrendo,
tremendo no corpo da Rosa.
Das profundezas da água uma serpente!
e uma Rosa desfolhada ( semi nua) na flora.
De repente o riso da Rosa vai embora,
na margem de um rio.
O revoar dos pássaros desesperados.
Um peixe pelo anzol rasgado.
Um rastejar denso
... Arrepio!
O suor frio escorrendo,
tremendo no corpo da Rosa.
Das profundezas da água uma serpente!
Na agua corrente cai a vara e o peixe preso ao anzol.
Na ilha do sol uma luz Del fuego apagada.
Uma Rosa hipnotizada pelo medo.
sábado, 12 de março de 2011
Fiz festa

Para comemorar a sua vida eu tenho motivo suficiente.
Jogou a semente, cujas flores brotaram em mim.
Junto à Rosa o seu jardim elas ornamentam.
Nem mesmo o vento as faz esmorecer.
Deixam o vento bater e bem crescem.
Em sua vida florescem, envaidecendo você.
Festejo porque permitiu a continuidade da minha vida,
mesmo quando a minha vida morrer.
quarta-feira, 9 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Remorso
Não terá mais ciúme de mim.
Meus amores mortos estarão.
Não regulará mais a quilometragem
Nem vigiará o meu batido chão.
Meus sentimentos estarão trancados
Como tranca o seu coração.
Sei que se sentirá aliviado...
Afagando-me, segurará minha mão.
E, assustado,
perceberá quão frias
elas estarão.
Há de refletir...
Sentir...
E pedir perdão.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
CHOVE CHUVA
Antes foi a seca.
Fez-se calor.
E a pobre flor
quase morreu desidratada.
No céu azul, pairou a nuvem
E trouxe o vento, a chuvarada.
Nesta invernada, o lamaçal.
E as maritacas... que gritaria!
em meu quintal.
sábado, 8 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Entre muros
domingo, 19 de setembro de 2010
Cães que ladram não mordem
Ela era tudo o que ele desejava.
Era a eloqüência.
A irreverência.
A educação disfarçada
(em malcriadeza)
Para ele, ela possuía a beleza de um ser angelical.
Via nela a fidelidade de um animal.
Um cão indomável,
ao mesmo tempo dócil e puro.
No claro, no escuro
Era a caça
A graça e o faro.
Um animal raro
e estranho.
Nutria por ela um amor tamanho...
Que se esforçava por entendê-la.
E para não perdê-la
ele assumia atitudes,
que para ela não era virtude.
Ela não era anjo, nem demônio.
Era um cão, de raça.
De muita raça!
Tinha a graça da vida.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Recantanas
segunda-feira, 14 de junho de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
O carnaval e a Rosa
Os confetes ficaram
Espalhados pelo chão.
A angústia presa ao cordão
Em desatino.
As serpentinas enroladas sobre si mesmas.
Mesmo quando arremessadas.
Os Reis Momos magros.
E as Rainhas como as serpentinas.
Ensimesmadas!
Não havia nenhum Arlequim astuto.
Nenhuma Colombina de amor desejosa.
Os Pierrôs estavam tristes.
Triste estava a Rosa.
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