
O poeta escreve o que sente.
O que vem à mente, o que vai à alma.
Escreve desde pássaros que gorjeiam
às flores que floreiam os jardins.
De margaridas à orquídeas,
rosas à jasmins.
Em versos descreve a própria essência,
desde pequenas carências às maiores emoções.
E quando se cala, em introspecção,
busca explicação para o inexplicável.
E as questões se multiplicam...
E, silencioso, justifica
a inquietude dos pássaros,
as murchas flores nos jardins...
Desde jasmins às ROSAS.
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