Nunca vi algo tão sábio.
Realmente há um tempo pra tudo.
Há tempo pra chorar e pra sorrir.
Tempo pra aparecer e pra sumir.
Tempo pra buscas e pra recusas.
Tempo pra encontros e desencontros.
Tempo pra fugas!
Há tempo pra pedir e implorar.
E há tempo pra entender e calar.
Há tempo pra ferir...
E sempre há tempo, pra se desculpar.
Há tempo pra falar sério.
E tempo pra jogar conversa fora.
Há tempo pra chegar e...
Há tempo pra ir embora.
Assim é a vida.
Cheganças e andanças.
Mudanças!
Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
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domingo, 8 de julho de 2007
sábado, 21 de abril de 2007
Hoje,as rosas dor exalam.
Rosas não falam.
Hoje no jornal estas rosas...
Exalam morte, perdas e muita dor!
Rosas foram feitas pra falar de amor.
Rosa... Uma flor tão bacana.
"Jardim da morte" em Copacabana.
Um mil e trezentas delas!
Estampadas na primeira página do jornal.
Um jardim de rosas tristes.
E, nem sabia que elas assim existem.
Não gostaríamos de vê-las assim.
Não neste jardim!
Plantadas desta outra cor.
Da cor de sangue-dor.
Não precisa ter sorte,
Pra ser rosa no jardim da morte.
O sol ardente ilumina o Cristo Redentor.
Que pede paz, e grita sua dor.
Dor de muitas famílias de "João".
Cada rosa é um nome. Não importa!
Em cada uma delas,uma pessoa inocente morta.
Rosa "João Hélio", rosa "Tim Lopes", rosa "Rosa".
Rosas "Marias", rosas "Josés"... Rosas!
Rosa de nova cor, rosa da cor da dor.
Rosa cor de sangue, de morte, de descaso.
Um mil e trezentas delas!
Meu Deus!
As rosas não falam...
Hoje,as rosas dor exalam.
Um jardim de rosas tristes.
Hoje no jornal estas rosas...
Exalam morte, perdas e muita dor!
Rosas foram feitas pra falar de amor.
Rosa... Uma flor tão bacana.
"Jardim da morte" em Copacabana.
Um mil e trezentas delas!
Estampadas na primeira página do jornal.
Um jardim de rosas tristes.
E, nem sabia que elas assim existem.
Não gostaríamos de vê-las assim.
Não neste jardim!
Plantadas desta outra cor.
Da cor de sangue-dor.
Não precisa ter sorte,
Pra ser rosa no jardim da morte.
O sol ardente ilumina o Cristo Redentor.
Que pede paz, e grita sua dor.
Dor de muitas famílias de "João".
Cada rosa é um nome. Não importa!
Em cada uma delas,uma pessoa inocente morta.
Rosa "João Hélio", rosa "Tim Lopes", rosa "Rosa".
Rosas "Marias", rosas "Josés"... Rosas!
Rosa de nova cor, rosa da cor da dor.
Rosa cor de sangue, de morte, de descaso.
Um mil e trezentas delas!
Meu Deus!
As rosas não falam...
Hoje,as rosas dor exalam.
Um jardim de rosas tristes.
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