Em meus versos ou poemas.
Uso palavras simples, com meu vocabulário pobre, pequeno.
Mas tento transpor o colorido que sinto.
O que vai de bom em minha alma.
Mas minha alma às vezes angustiante,
Pede suplicante que eu fale também da minha dor.
Hoje vou falar do amor.
Dio come ti amo!
Sinto saudades do encanto desta música, deste filme.
Vocês lembram?
Eu lembro!
Dentro do cinema vi um moço apressado, passando ao meu lado.
Gritei:
-É meu namorado!
Agarrei meu namorado, fiquei a seu lado.
E de braço dado assistimos o filme.
Nós dois agarradinhos, cheios de carinhos.
Como era bom fazer tudo escondido.
Não sabia que hoje seria doído.
Que pudesse lembrar daquele amor e sentir dor.
Sentir esta saudade!
Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
Dio Come Ti Amo - Gigliola Cinquetti
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Eu sorrio.
Dizem que o rio encontra o caminho para o mar.
Dizem que o mar é amar.
Eu sorrio para o rio encontrar.
Eu sou rio para desembocar no mar.
Eu sou rio, sou mar e amar.
Eu sorrio.
Às vezes sou chorar.
Dizem que o mar é amar.
Eu sorrio para o rio encontrar.
Eu sou rio para desembocar no mar.
Eu sou rio, sou mar e amar.
Eu sorrio.
Às vezes sou chorar.
domingo, 25 de fevereiro de 2007
Era um blog como eu.

Tatá-ratatá, tatá-ratatá
Tatá-ratatá, tatá-ratatá
Era um blog que como eu.
Não era belo mas mesmo assim
Havia mil assuntos, sim...
Girou assunto mas o espaço acabou.
STOP! o espaço acabou.
Tatá-ratatá, tatá-ratatá!!!!!!!!
Gente, eu sou nova em blogs.
Daqui uns dias não mais terá espaço aqui para postar.Mas não faz mal,deletarei se preciso for.
O importante é que eu escreva minhas emoções.
E são tantas emoções...Se eu tenho muito tempo?
O pior é que eu tenho alguns tormentos, isto sim.
Mas nada que eu não resolva.Já resolvi coisas piores, coisas maiores. E aqui estou. Sou quem eu sou.
A vida é maravilhosa!
Esta coisa gostosa, que desassossega a gente. Dela eu não abro mão. E pra isso eu vago, vago aqui escrevendo minha agonia, minha alegria.
Um dia, tal qual "Inês" estarei morta. E terei ido com a certeza de ter sido.
Poliana?
Todas elas! A Poliana flor, a moça, a menina. Tentei estar por cima.
A Poliana velha também chorou.Mas e daí?
Sempre Poliana tentando. E assim eu vou levando. Até quando?
Talvez não muito, não longe. Talvez pouco tempo me reste.
Mas que este tempo preste!
Por isso eu tento, encho e invento.
Tadinho do blog. Até o blog eu encho.Todo o espaço eu consumo.
Espaçosa, poderosa!
Sabem que eu tentei.
Do meu jeito louco. E acham que foi pouco?
Luta é luta!
Lutei com quase todas as armas, só não usei as mais perigosas.
Porque sou medrosa!
Também não quis ninguém ferir.
Preferi fugir.
Fugi pra cá, pro meu blog.
Não sei se ganhei a guerra. Mas a batalha também não encerra.
Continuarei e me armarei mais forte. Afinal, estou lutando comigo.
Preciso caprichar, me armar.
Já viu uma batalha sozinha? Sou eu e mais eu.
Somos nós mesmos, eu sei!
Luto comigo!
Ai este meu interior, que horror!
Resolverei!
Ganharei esta batalha, nem se for na marra.
Sou teimosa e cheia de prosa.
Se precisar encho o blog, pronto!
Resolvido!
Caros leitores aguardem!
Metralharei vocês e o blog.
Afinal guerra é guerra!
Tatá-ratatá, tatá-ratatá Tatá-ratatá, tatá-ratatá
Mais solidão.
Sou todo desculpa.
Sou todo perdão.
Minhas noites são vagas.
E nela ouço minha angústia.
Vaga-lumes inquietam minha escuridão.
Faíscam o antes totalmente cintilante.
E eu que era brilhante,me apago.
E nesta escuridão que é tão triste...
Eu vago!
E também não é motivo.
Por que desta solidão faço abrigo.
E nela busco inspiração,
Pra escrever minha solidão.
Hoje só existe caos em mim.
Não existe desvario.
Só vazio!
Estou só em pensamentos.
Com meus tormentos.
Não há uma estrela neste firmamento.
Não estarei lá.
Não brilharei.
Hoje não!
Apago-me com minha solidão.
Apaguei-me!
Apagaram-me!
Não sei
Sou todo perdão.
Minhas noites são vagas.
E nela ouço minha angústia.
Vaga-lumes inquietam minha escuridão.
Faíscam o antes totalmente cintilante.
E eu que era brilhante,me apago.
E nesta escuridão que é tão triste...
Eu vago!
E também não é motivo.
Por que desta solidão faço abrigo.
E nela busco inspiração,
Pra escrever minha solidão.
Hoje só existe caos em mim.
Não existe desvario.
Só vazio!
Estou só em pensamentos.
Com meus tormentos.
Não há uma estrela neste firmamento.
Não estarei lá.
Não brilharei.
Hoje não!
Apago-me com minha solidão.
Apaguei-me!
Apagaram-me!
Não sei
sábado, 24 de fevereiro de 2007
Minha solidão.

Minhas buscas.
Minhas angústias.
Minha inquietude.
Tento transpô-las.
Mas,colocá-las onde?
O tempo passando.
E eu ficando.
Aqui parada,no mesmo lugar.
Não mudo nada.
Gritos dentro de mim.
Permiti construções de bombas em mim.
Meu silêncio e meu lamento.
Fazem em mim, bombas de tormento.
Explodi-las onde?
Jogá-las em quem?
Sorrir e dizer amém.
Desarmá-las?
Não sei!
Agora sou lágrimas.
Choro muito, choro sozinha.
Meu rosto molhado e cansado.
Minha falta de luta.
Minha falta de ação.
Minha solidão!
Verbo amar.

Alimentar a alma.
É preciso muito cuidado.
É preciso ter calma.
A procura de alimento,
Você pode ser capturada.
Tornar-se presa fácil.
Sofrimento!
Uns procuram alimento.
Outros fazem da fragilidade humana,
Puro divertimento.
É preciso cuidado!
Cuidado com o descaso dos homens.
Com os seres irracionais, ditos racionais.
É preciso ser verdadeiro.
Só assim saberá o significado do verbo amar.
Poderá conjugá-lo por inteiro.
Em todas as pessoas.
Usá-lo bem de forma singular.
Conjugar na primeira pessoa o verbo amar.
Com uma pessoa única, especial.
Alguém que você nem escolheu.
Alguém que milagrosamente aconteceu.
O amor é assim, ele acontece.
De forma mágica aparece.
Plural ou singular.
Conjugar o verbo amar.
É um verbo tão bonito.
Aprenda a usá-lo no singular.
E quando puder se quiser...
Diga pelo menos uma vez, só pra aprender.
Diga:
-"Eu amo você".
.
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Sorria...

Vocês viram a manchete da "Mirinete"?
Aquela morena brasileira,
Que virou estrela.
Uma cinquentona bonitona.
Que foi ser babá em Londres.
Sabe?
É ela!
Foi escolhida entre as três primeiras.
Olhem que luxo!
De Minas, uma brasileira.
Campanha mundial da Unilever.
E não pegou leve!
Ganhou, propagou, e nua posou.
Muito legal.
Original.
Explorar a mulher nesta idade.
A sua sensualidade.
Olhem que coisa mais linda.
Envelhecemos e continuamos "sexys".
Atraentes, envolventes.
E sorridentes...Claro!
Agora entendi o porquê da nudez.
O sorriso tão lindo naquela morena tez.
Agora está explicado o porquê.
Foi pra falar da sensualidade.
Da importância da mulher nesta idade.
Pensei que fosse só o sorriso.
E pensei:
-Se dente fica na boca, pra que tirar a roupa?
Já pensou se a moda pega?
Todos dizendo pra mim:
- Eu quero um sorriso igual ao da Mirinete.
Também quero ser manchete!
E lá vou eu trabalhando os desalinhados.
Os desarticulados e desocluídos dentes.
Pra vê-las sorrir contente.
Virando manchete igual à Mirinete.
Eu também serei manchete!
Todas as questões éticas contrariando.
Faixas em aviões me propagando:
- Quer ter um sorriso bonito?
-Quer virar manchete como a Mirinete?
Calma!
Se você tem dentes na boca.
Nem precisa tirar a roupa.
Também não tem a tez morena?
Não se desespere.
É só ir pra uma cidade pequena.
Não sabe não?
É na Maraláxia!
É sim uma Galáxia.
Lá tem uma dentista sonhante.
Que promove sorriso cativante.
Trabalha direitinho.
Com graça e com carinho.
Tem cadeira que flutua.
Você poderá propagar na Lua.
Ela também faz muita arte.
Poderá propagar em Marte.
Faz muita gozação.
Poderá também propagar em Plutão.
Você escolhe onde será Mirinete.
Onde virará manchete.
Você quer ter um sorriso bonito?
Quer estar sempre contente?
Entre na Maraláxia, entre!
Flua com a gente.
Valeu Mirinete.
Parabéns as "Mirinetes da vida".
Um sorriso bonito vale ou não vale a pena?
Vale!
Claro que vale.
Por isso que sorrio.
Sorria você também.
Você é feliz!
Sorria comigo vai!
Sorria...
Um minuto de silêncio.

Em qualquer lugar ou qualquer pessoa, hoje faria um minuto de silêncio.
Mas eu não faço!
Hoje grito e grito bem alto.
Grito meu grito de lamento.
O meu grito por nada ter feito.
Ou pelo que fiz, não ter feito direito.
Parabenizo-o meu menino.
Que nem teve tempo de ser meu amigo.
Nada ficou comigo.
Foi pego pela vida.
Ela te escolheu!
E você inocentemente mal viveu, morreu!
Coração nobre e puro.
Você foi escolhido!
Pena não ter vivido para ver o seu feito.
Com todos os seus erros e defeitos.
Antes de morrer mostrou-nos sua herança:
_Uma criança.
O seu nome é Jéssica.
Você falou-me sobre ela.
Aqui em casa, lembra?
Falou-me que gostaria de tê-la trazido.
E eu ainda lhe disse:
-Porque não a trouxe?
Deixe de tolice.
Aqui em casa pode.
Foi a nossa despedida.
Você já estava de partida.
Bendito o dia em que fiz aquela festa.
Bendita lembrança que nos resta.
Você sorridente e eu toda contente.
Você chegando e eu te fotografando.
Você me olhava contente.
Pra variar de minhas bobeiras, besteiras.
Rimos na churrasqueira.
Ultimas lembranças.
O seu tom de pele já diferente.
Não poderia estar mais entre a gente.
Parabéns menino!
Você foi escolhido pela vida.
Parabéns pela sua última atitude.
Você também teve virtudes.
Parabéns pelo seu último gesto.
Agiu correto.
Temos orgulho de você.
Errou?
Não sei...
Eu errei!
Erramos em relação a você.
Hoje não faço silêncio.
Fica aqui meu grito estrondoso de dor e de lamento.
Grito por todos nós:
_ Perdoe-nos!
Você não teve culpa de nada.
Você foi apenas um escolhido.
Você foi um incompreendido.
Perdoe-nos!
Perdoe-nos!
Agora sim me calo e te vejo.
Vejo o seu sorriso meigo.
Sorrindo pra mim.
Sorrindo assim.
Levei bronca, mas não me importo.
Fiz-te sorrir naquele dia.
Rimos pra valer.
Lembra?
Valeu menino!
Valeu!
Obrigada por ter vindo em minha festa.
Em minha casa.
Obrigada pela sua despedida.
Nem sabíamos que estava de partida.
Sei que estas entre Galáxias eternas.
E eternamente pensaremos no que poderia ter sido.
No que poderia ter vivido.
Descanse menino.
Sonhe todos os seus sonhos.
Um dia nos encontraremos novamente.
E eu te prometo.
Juro-te!
Eu o farei contente.
Te contarei todas minhas estórias.
Nem que pra isso leve mais broncas do tio Miguel.
Estaremos no céu!
Nada me importa, já estarei morta.
E nós fluiremos.
E juntos e contentes, ficaremos sorridentes.
Eu te juro e te prometo.
Agora sim eu me calo e nada falo.
Faço um minuto de silencio.
Pra chorar minha saudade.
Meu lamento!
Perdoe-nos!
Psiu...Silêncio!
Um minuto apenas.
Ele está dormindo.
Descanse menino!
.
.
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
Eram deuses no amor, os astronautas?

Vivo falando do amor.
Falo porque o questiono tanto.
Por que ele é puro encanto.
Também tanto nos surpreende, causa espanto.
Ele é envolvente e eloqüente.
Não dá pra viver sem amor.
E as formas de amar são tantas.
Quando li sobre a astronauta, nem pasmei.
Apenas pensei:
-Será que era amor mesmo?
Bem... até poderia.
Amor próprio talvez. Não sei.
Mas é amor!
Amor ferido, amor bandido.
Psicologicamente preparada... Coitada!
Que nada!
Quando isso acontece fica difícil.
As pessoas se descontrolam. Desiquilibram-se.
Qualquer ser racional solta a fera contida.
Fica ferida.
Solta o irracional.
Amor, paixão, emoção.
Ciúmes... Que pena!
E todos os sonhos se perdem.
Vão pro espaço definitivamente.
E tão somente por outro envolvimento.
Acontece!
Parecia ser tão bonito.
Deve ter sido.
Os dois no espaço flutuando.
Apaixonados, amando.
Acho que seria tudo o que eu queria.
Flutuar nas nuvens um dia.
Amando e amando.
Mas fico imaginando:
_ Será que deveria colocar sobre eles um peso,
Pra no espaço poder dar um beijo?
Suprir todo o desejo?
Fico imaginando... imaginando.
E também me vejo flutuando.
Ai... Não importa!
Deve ter sido lindo, apaixonante.
Quando surge o ciúme, esta paixão incontida...
Ninguém agüenta, vale até jato de pimenta.
Por isso fluo sozinha.
Fico nas nuvens horas e horas.
Nelas eu vago.
Sou estrela neste espaço.
Ninguém segura, eu me envolvo, me abraço.
Às vezes brilho sozinha.
Mas nunca deixo de sonhar.
Acho que sou um poço de amor.
Fonte inesgotável de amar.
Acho que sou nuvens de paixão.
Muitas de perdão.
Muitas de desculpas, sem nada ter feito.
Nem sei se fui amada direito.
Nem tenho nada a desculpar.
Eu só quero continuar a sonhar.
Apenas sonhei e amei.
Se fui amada?
De uma forma diferente talvez, não sei.
Digo sempre:
_ Eu?
Eu amei!
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