Ainda bem que você não me chamou de gatinha.
E quando me vesti de coelhinha você achou graça.
É... o tempo passa!
E os bichos crescem, se transformam.
E quando me vesti de coelhinha você achou graça.
É... o tempo passa!
E os bichos crescem, se transformam.
O bebezinho vira homem.
O bezerrinho, boi ou vaca.
Dificilmente um touro...
Às vezes uma anta, um cavalo.
E nessa alomorfia, do ursinho acaba a alegria
Quando se transforma em porco ou porca.
E o que tirava o fôlego, agora sufoca.
E os sonhos viram pesadelos.
Do cuidar ao desmazelo é um pulinho.
Legumes, não mais!
Nem mais meu chuchuzinho...
E o pé gelado que era aquecido pelo outro
E nessa alomorfia, do ursinho acaba a alegria
Quando se transforma em porco ou porca.
E o que tirava o fôlego, agora sufoca.
E os sonhos viram pesadelos.
Do cuidar ao desmazelo é um pulinho.
Legumes, não mais!
Nem mais meu chuchuzinho...
E o pé gelado que era aquecido pelo outro
Com tanto carinho...
Vira sofrimento ao simples tato.
Vira sofrimento ao simples tato.
E ao ver o retrato, que tristeza!
A beleza de outrora foi embora.
O que sobra então, agora, é a sabedoria.
Que surge com o tempo.
Não, não há lamento!
Não, não há lamento!
O casamento é bom. Muito! Agradeço a Deus pelo dia em que conheci o Lindo.
Peço a Deus sempre coragem e muita, MUIiiiTA PACIÊNCIA!
Porque se pedir que me dê forças... Ai , eu bato nele!
De brincadeirinha, claro!


