Cansei!
Vou arrebentar meu fundo!
Está mesmo todo estragado.
Acredito ser um cano furado.
Não sei onde está o vazamento.
É um sofrimento!
Fico olhando, olhando... Vejo tudo afundando.
Tudo abandonado e todo acabado.
Coitado do meu fundo!
Vejo que chegará janeiro e não encontro um engenheiro.
Resolvi! Vou explodir meu fundo.
Que se dane o engenheiro e o mundo.
O fundo é meu e está todo danado.
Até a piscina está vazando.
Vejo o fundo tão bonitinho se acabando.
O encanador esteve aqui e fuçou tudo!
Fuçou que nem um tatu. O meu fundo!
O vazamento não descobriu, bagunçou o meu fundo e sumiu!
Eu quero um engenheiro!
Daqui a pouco é Natal, final do ano.
Como farei com o meu fundo vazando?
Preciso arrumar o cano!
Não quero nem saber, doa a quem doer!
O fundo é meu! Vou arrebentar o meu fundo!!!
Que se dane o mundo.
Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
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sexta-feira, 29 de junho de 2007
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Minha tribo
Eu moro no mato.
Pertenço a uma tribo.
Eu sou uma "índia".
De vocabulário pequeno.
Todo complicado.
Falo e escrevo errado.
Sou da tribo dos Tupinãosabes.
Dos Seiospendidos.
Nem sabem falar.
Só sabem sonhar.
São tão diferentes...
Muito inocentes!
Nem diferenciam.
O bem do mal.
Quem é bom...
De quem é mau.
Estar bem ou mal.
Eu sou um deles
Eu sou uma índia!
Sou uma Tupinãosabe.
De Seiospendidos.
Deste lugar perdido...
Acreditei um dia.
Poder falar a língua.
A língua portuguesa!
A mais bela com certeza!
Desculpem-me!
Pelos meus erros.
Sou apenas uma índia.
Falo apenas um dialeto.
Que também não é correto.
Desculpem-me!
Vocês são meus amigos.
Sempre lembrados,
Na região de Seiospendidos.
"Em meu coração".
Sejam sempre bem- vindos,
Na minha tribo- Maraláxia.
Sons de tambores ao vê-los chegando.
Bom final de semana a todos.
Pra vocês beijos com graça
Em forma de fumaça.
Abraços da região de Seiospendidos.
Fatipoty Guaranalfabeta.
Da tribo dos Tupinãosabes.
Pertenço a uma tribo.
Eu sou uma "índia".
De vocabulário pequeno.
Todo complicado.
Falo e escrevo errado.
Sou da tribo dos Tupinãosabes.
Dos Seiospendidos.
Nem sabem falar.
Só sabem sonhar.
São tão diferentes...
Muito inocentes!
Nem diferenciam.
O bem do mal.
Quem é bom...
De quem é mau.
Estar bem ou mal.
Eu sou um deles
Eu sou uma índia!
Sou uma Tupinãosabe.
De Seiospendidos.
Deste lugar perdido...
Acreditei um dia.
Poder falar a língua.
A língua portuguesa!
A mais bela com certeza!
Desculpem-me!
Pelos meus erros.
Sou apenas uma índia.
Falo apenas um dialeto.
Que também não é correto.
Desculpem-me!
Vocês são meus amigos.
Sempre lembrados,
Na região de Seiospendidos.
"Em meu coração".
Sejam sempre bem- vindos,
Na minha tribo- Maraláxia.
Sons de tambores ao vê-los chegando.
Bom final de semana a todos.
Pra vocês beijos com graça
Em forma de fumaça.
Abraços da região de Seiospendidos.
Fatipoty Guaranalfabeta.
Da tribo dos Tupinãosabes.
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