( Resposta a um amigo de infância.)
...
Argumenta a menina do passado
E a mulher de agora.
A menina desta mulher...
Nunca, foi embora.
Continua medrosa, ainda menina.
Nada impede que seja um poema.
Que desenvolva temas variados.
Alguns sensuais, picantes.
Isto não significa ser errante.
Na vida, é bom degustar sabores.
Em uma galeria de arte,
pintar todas as cores.
Eu sou um quadro abstrato!
Sou a coragem, eu sou o medo.
Da família, eu extraí a maior riqueza:
- a honra!
Transcendo as aparências exteriores da minha realidade.
Eis, a minha verdade!
Meus dados sensoriais não correspondem ao concreto.
Na minha vida, quando chão, eu sou o teto.
Vejo lindos desenhos nas nuvens, em dias de tempestades.
Eu sou o vago, o obscuro, o desentendido.
Não tente compreender-me...
Eu sou assim e meus textos também.
É difícil o entendimento por alguém.
Minha poesia, meus poemas...
Minha linguagem é abstrusa.
Esta sou eu!
Eu sou toda confusa.
Não queira entender...
Entender-me pra quê?
...
Argumenta a menina do passado
E a mulher de agora.
A menina desta mulher...
Nunca, foi embora.
Continua medrosa, ainda menina.
Nada impede que seja um poema.
Que desenvolva temas variados.
Alguns sensuais, picantes.
Isto não significa ser errante.
Na vida, é bom degustar sabores.
Em uma galeria de arte,
pintar todas as cores.
Eu sou um quadro abstrato!
Sou a coragem, eu sou o medo.
Da família, eu extraí a maior riqueza:
- a honra!
Transcendo as aparências exteriores da minha realidade.
Eis, a minha verdade!
Meus dados sensoriais não correspondem ao concreto.
Na minha vida, quando chão, eu sou o teto.
Vejo lindos desenhos nas nuvens, em dias de tempestades.
Eu sou o vago, o obscuro, o desentendido.
Não tente compreender-me...
Eu sou assim e meus textos também.
É difícil o entendimento por alguém.
Minha poesia, meus poemas...
Minha linguagem é abstrusa.
Esta sou eu!
Eu sou toda confusa.
Não queira entender...
Entender-me pra quê?