Transcrevo o e-mail que enviei ao Dr. Moacyr Scliar, após uma postagem minha:
http://seriax.blogspot.com/2009/02/rei-salomao-e-rainha-de-sabarosa.html
E a resposta que ele me enviou, guardei-a com muito carinho.
Olhem a humildade desse homem!
E-mail que enviei:
Dr Moacyr
Com licença, posso contar-lhe um segredo?
Copiei sua idéia!
Li seu livro " A mulher que escreveu a Bíblia ", fiquei encantada.
Encantada mesmo!
Indiquei para Deus e o mundo.
Sempre fui encafifada com o rei Salomão, ele era safado, né?
Quando li o seu livro eu chorei de rir.
Parabéns!
Bem, eu tenho um blog- http://www.seriax.blogspot.com/
Um blog insignificante, diante da capacidade e sabedoria do senhor, mas nele eu escrevo o que vai a minha alma.
Quando li um outro livro do senhor- "A Majestade do Xingu", até anotei a página -84 , senti um alívio enorme, lá, o seu personagem diz que era um arrivista na literatura, o lápis que ele usava era impuro, usado não só para anotar mercadorias vendidas mas, também, para copiar os grandes escritores. Assim, copiei a sua idéia e escrevi em meu blog- " Rei Sabobão e a Rainha de SabáRosa."
Desculpe-me e obrigada, admiro-o, muito!
Lerei tudo do senhor, Dr. Moacyr, lerei sim!
E, quem sabe, um dia, eu copie mais idéias suas. Foi genial!
E o seu personagem, ainda, diz:
_" Parei e li! Li pavana, pavão, peculato, piparote... A diferença e significado das palavras."
Nossa, me identifiquei com o personagem, muito!
Chamo-me Rosa de Fátima (Fátima).
O tempo passou
e só agora me dei conta.
Nossa, como eu fui tonta...
Deveria ter lido mais!
Consciência, em tempo, dolorosa.
Pobre, ignorante, Rosa!
Mas, hoje, em seus livros me encontro.
E nem me desaponto!
Em algum momento sinto que, também,
houve lamento em sua vida.
Em seus personagens!
Sacanagem ou não...
Peço perdão pela sua idéia ter copiado.
Ficou tão engraçado...
"Rei sabobão e a rainha de SabáRosa. "
Obrigada!
Com carinho
Fátima
27/2/2009
E-mail resposta ( do Dr Moacyr Scliar)
"Prezada Fátima, muito obrigado por seu carinhoso e-mail, que me encheu de orgulho. Belas palavras! E seu blog é - e nisto vou contrariar sua modéstia - maravilhoso. O rei Sabobão e a rainha de SabáRosa aplaudiriam de pé! Continue brilhando e receba o abr.do Moacyr Scliar "
27/2/2009
Os grandes homens não morrem.
Com grande carinho e respeito.
Fátima
Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
contador
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
A vingança e a bingança da porta

A vingança da porta
( Alberto de Oliveira )
Era um hábito antigo que ele tinha:
entrar dando com a porta nos batentes
— "Que te fez esta porta?" a mulher vinha
e interrogava... Ele, cerrando os dentes:
— "Nada! Traze o jantar." — Mas à noitinha
calmava-se; feliz, os inocentes
olhos revê da filha e a cabecinha
lhe afaga, a rir, com as rudes mãos trementes.
Uma vez, ao tornar à casa, quando
erguia a aldrava, o coração lhe fala
— "Entra mais devagar..." Pára, hesitando...
Nisso nos gonzos range a velha porta,
ri-se, escancara-se. E ele vê na sala
a mulher como doida e a filha morta.
----------------------------------
Furnandes Albaralhão (Horácio Campos), poeta e humorista, escreveu poemas "lusitânus" e compos paródias de poesias de autores nacionais e estrangeiros.
( Alberto de Oliveira )
Era um hábito antigo que ele tinha:
entrar dando com a porta nos batentes
— "Que te fez esta porta?" a mulher vinha
e interrogava... Ele, cerrando os dentes:
— "Nada! Traze o jantar." — Mas à noitinha
calmava-se; feliz, os inocentes
olhos revê da filha e a cabecinha
lhe afaga, a rir, com as rudes mãos trementes.
Uma vez, ao tornar à casa, quando
erguia a aldrava, o coração lhe fala
— "Entra mais devagar..." Pára, hesitando...
Nisso nos gonzos range a velha porta,
ri-se, escancara-se. E ele vê na sala
a mulher como doida e a filha morta.
----------------------------------
Furnandes Albaralhão (Horácio Campos), poeta e humorista, escreveu poemas "lusitânus" e compos paródias de poesias de autores nacionais e estrangeiros.
Autor do livro: "Caldo Berde".
O texto abaixo foi extraído do livro "Humor e Humorismo - Paródias", Editora Brasiliense - São Paulo, 1961, pág. 311, antologia organizada por Idel Beker, onde o autor faz uma paródia da poesia de Alberto de Oliveira, postado acima.
A bingança da porta
( Furnandes Albaralhão )
Era um custume vesta que ele tinha
intrar vatendo a porta: — "Antão Manéle!
lhe dizia a mulhére, que papéle!
não me faças romôre! Olha a bizinha!"
E todo dia era essa ladainha!
Sujaito deshumano, pai cruéle,
dizia-lhe: — Si tains amôre à pele
daixa-me sussigado, ó mulherzinha!"
Uma noite em que bâiu desse jaito,
a pinitrar cum falta de ruspaito
na casa em que amvos eles dois residem,
avrindo a porta a punta-pés, zangado,
biu pulo chão, uma de cada lado,
a mulhére inguiçada e a filha idem!
A bingança da porta
( Furnandes Albaralhão )
Era um custume vesta que ele tinha
intrar vatendo a porta: — "Antão Manéle!
lhe dizia a mulhére, que papéle!
não me faças romôre! Olha a bizinha!"
E todo dia era essa ladainha!
Sujaito deshumano, pai cruéle,
dizia-lhe: — Si tains amôre à pele
daixa-me sussigado, ó mulherzinha!"
Uma noite em que bâiu desse jaito,
a pinitrar cum falta de ruspaito
na casa em que amvos eles dois residem,
avrindo a porta a punta-pés, zangado,
biu pulo chão, uma de cada lado,
a mulhére inguiçada e a filha idem!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Ana
Não casou com Joaquim.
Não é mãe de Maria.
Nem é filha de Maria sequer.
É olhar de menina
No olhar desconfiado de mulher.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Choro
Choro
Como se as lágrimas pudessem remediar o irremediável.
Choro como se eu pudesse conter a vida.
Afastar a morte.
Choro...
Choro muito!
Como se as lágrimas pudessem remediar o irremediável.
Choro como se eu pudesse conter a vida.
Afastar a morte.
Choro...
Choro muito!
Remorso
Não terá mais ciúme de mim.
Meus amores mortos estarão.
Não regulará mais a quilometragem
Nem vigiará o meu batido chão.
Meus sentimentos estarão trancados
Como tranca o seu coração.
Sei que se sentirá aliviado...
Afagando-me, segurará minha mão.
E, assustado,
perceberá quão frias
elas estarão.
Há de refletir...
Sentir...
E pedir perdão.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Maracujá estranho

Meu Deus!
Uns são herbívoros, desinteressados por sexo...
Outros, plantam maracujá e nasce ...
MARACUJÁ!
Rs Rs
Não seria essa a solução?
Olhe isso, minha gente:
Fruto poibido
Frutos de 'pé' de maracujá nascem com formato de pênis em Ribamar A fruta em forma de pênis nasceu no quintal de dona Maria Rodrigues e virou atração no bairro onde ela mora, em São José de Ribamar. Jaqueline Gomes
A aparência curiosa de uma planta chamou a atenção de moradores do município de São José de Ribamar. O maracujazeiro de apenas dois anos, brotou frutos cujo formato é semelhante à genitália masculina. A dona de casa, Maria Rodrigues de Aguiar Farias, 53 anos, é a proprietária do maracujazeiro e explica como tudo começou. “Minha filha me deu as sementes há dois anos. No começo até recusei, pois maracujá dá em todo lugar, mas ela insistiu disse que seria um bom lugar para descansar embaixo da sombra e acabei aceitando”, acrescentou. Ela alega que a semente é parecida com a semente do maracujá tradicional, contudo, acha que não é maracujá. “Estou curiosa para saber que gosto tem”.
Clique e veja mais fotos do frutoS
A aparência curiosa de uma planta chamou a atenção de moradores do município de São José de Ribamar. O maracujazeiro de apenas dois anos, brotou frutos cujo formato é semelhante à genitália masculina. A dona de casa, Maria Rodrigues de Aguiar Farias, 53 anos, é a proprietária do maracujazeiro e explica como tudo começou. “Minha filha me deu as sementes há dois anos. No começo até recusei, pois maracujá dá em todo lugar, mas ela insistiu disse que seria um bom lugar para descansar embaixo da sombra e acabei aceitando”, acrescentou. Ela alega que a semente é parecida com a semente do maracujá tradicional, contudo, acha que não é maracujá. “Estou curiosa para saber que gosto tem”.
Clique e veja mais fotos do frutoS
Segundo dona Maria, os frutos começaram a brotar no mês passado e a descoberta foi feita por seu filho que imediatamente comunicou o fato. “MÃEEEEEEEEEEEEE, ESTÁ NASCENDO UM PÉ DE P...NO NOSSO QUINTAL!”, contou. O desenvolvimento da planta deve-se também a extrema dedicação da vizinha Maria Elizabeth da Cruz, que diariamente regava o maracujazeiro. “Eu sempre regava o pé, mas nunca imaginei que fosse ficar nesse formato. É muito estranho e engraçado. Parece muito com aquilo”. Dona Maria Rodrigues afirma que várias pessoas mostraram-se interessadas no cultivo deste exemplar. “Vou distribuir as sementes para as pessoas que me pediram”. A visitação tornou-se frequente, porém, sempre sob os olhares atentos da dona. E dentre os curiosos estava o jornalista ribamarense Edson Rêgo, que propôs a divulgação do fruto.
Totalmente orgânico O fato mais intrigante é que Maria Rodrigues nega qualquer tipo de manipulação. “Eu só plantei e ela ficou assim. Meus vizinhos já batizaram de maracujá p...”, ressaltou. A equipe de O IMPARCIAL entrou em contato com engenheiros agrônomos da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) a fim de esclarecer as possíveis causas para a anomalia do maracujazeiro. Porém, surpresos com o fato, os técnicos da Aged optaram por analisar a planta e posteriormente elaborar um parecer.
Totalmente orgânico O fato mais intrigante é que Maria Rodrigues nega qualquer tipo de manipulação. “Eu só plantei e ela ficou assim. Meus vizinhos já batizaram de maracujá p...”, ressaltou. A equipe de O IMPARCIAL entrou em contato com engenheiros agrônomos da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) a fim de esclarecer as possíveis causas para a anomalia do maracujazeiro. Porém, surpresos com o fato, os técnicos da Aged optaram por analisar a planta e posteriormente elaborar um parecer.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Herbívoros

A crise, o pessimismo e a falta de comunicação são os motivos que levam cada vez mais rapazes japoneses a mostrarem indiferença com relação ao sexo e se dedicarem ao cuidado pessoal, algo que deu lugar a uma nova categoria social batizada de "herbívoros". Segundo uma pesquisa do Ministério de Saúde japonês divulgada este ano, 21,5% dos varões entre 20 e 25 anos expressa indiferença ou aversão ao sexo, embora o número seja maior entre os adolescentes de 16 a 18 anos, grupo em que 36,1% não estão interessados em relações sexuais.
Esta legião de jovens indiferentes ao sexo é chamada popularmente no Japão de "soshokukei danshi" ("meninos herbívoros"), termo que alude à sua falta de apetite pelos prazeres carnais em um país onde as mulheres começam a conquistar novos espaços desde que em 1985 foi aprovada a Lei da Igualdade de Oportunidades. Os considerados "herbívoros" geralmente se interessam por moda, são menos competitivos em seus ambientes de trabalho, são mais apegados a suas mães e têm sempre problemas nos respectivos orçamentos. Mas, sobretudo, não estão interessados em sair com mulheres, de acordo com Megumi Ushikubo, autora do livro "Os refinados homens herbívoros estão mudando o Japão". Em um país com uma das taxas de natalidade mais baixas do planeta (1,3 filho por mulher) e que, além disso, envelhece rapidamente, este fenômeno social é preocupante frente a um futuro no qual os jovens não encontram as condições para desenvolver uma família. De acordo com dados oficiais, em 2009, em meio à crise financeira, 1,78 milhão de japoneses - principalmente jovens - tinham empregos apenas em período parcial, número que parece seguir aumentando. Estes jovens, que vivem uma situação de instabilidade trabalhista, ganham em torno de 2 milhões de ienes anualmente (17.656 euros), menos que a renda per capita de 31.414 euros que o país registrou em 2010.
Por outro lado, apenas 68,8% dos estudantes universitários que vão se formar em março tinham emprego assegurado no final do ano passado, um número alarmante em um país onde há pouco o cidadão podia assegurar o futuro de sua carreira com tranquilidade. Diante deste panorama, os jovens "não têm a mesma confiança" que seus antecessores, que graças à sua estabilidade podiam comprar casas ou automóveis com vistas a formar uma família, disse Renato Rivera, sociólogo especializado em estudos japoneses. Atualmente, parte dos jovens não pode convidar as mulheres do país a um bom restaurante ou ao cinema, nem adquirir automóveis caros em um país tradicionalmente caracterizado pelo luxo. Sem deixar de ser consumidores, os "herbívoros" preferem comprar artigos de moda e cuidado pessoal. Ainda fazem parte deste panorama as redes sociais virtuais e a proliferação dos telefones celulares, utilizados por quase todos os adolescentes para trocar mensagens de texto, em detrimento de uma comunicação direta verbal.
Para os especialistas, uma parte dos jovens japoneses parece ter entrado em um círculo vicioso e não socializa com mulheres por falta de recursos e por incapacidade de comunicar-se, portanto tornam-se mais introvertidos e se desinteressam pelo sexo. "É como estar em uma dieta: de tanto deixar de comer, o apetite se reduz", avalia Rivera, professor da Universidade de Meiji, em Tóquio. Para o sociólogo, os "herbívoros" se parecem um pouco com os "otakus" (fanáticos por mangás e animações), que passam a maior parte do tempo conectados a computadores e videogames. A diferença, segundo Rivera, é que em geral os "otakus" são mais anti-sociais, têm interesse pelo sexo mas não pelas relações permanentes, e contam com maior poder aquisitivo, já que são eternos consumidores das novidades tecnológicas.
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4954041-EI8147,00-Pesquisa+dos+jovens+no+Japao+nao+se+interessam+por+sexo.html
Esta legião de jovens indiferentes ao sexo é chamada popularmente no Japão de "soshokukei danshi" ("meninos herbívoros"), termo que alude à sua falta de apetite pelos prazeres carnais em um país onde as mulheres começam a conquistar novos espaços desde que em 1985 foi aprovada a Lei da Igualdade de Oportunidades. Os considerados "herbívoros" geralmente se interessam por moda, são menos competitivos em seus ambientes de trabalho, são mais apegados a suas mães e têm sempre problemas nos respectivos orçamentos. Mas, sobretudo, não estão interessados em sair com mulheres, de acordo com Megumi Ushikubo, autora do livro "Os refinados homens herbívoros estão mudando o Japão". Em um país com uma das taxas de natalidade mais baixas do planeta (1,3 filho por mulher) e que, além disso, envelhece rapidamente, este fenômeno social é preocupante frente a um futuro no qual os jovens não encontram as condições para desenvolver uma família. De acordo com dados oficiais, em 2009, em meio à crise financeira, 1,78 milhão de japoneses - principalmente jovens - tinham empregos apenas em período parcial, número que parece seguir aumentando. Estes jovens, que vivem uma situação de instabilidade trabalhista, ganham em torno de 2 milhões de ienes anualmente (17.656 euros), menos que a renda per capita de 31.414 euros que o país registrou em 2010.
Por outro lado, apenas 68,8% dos estudantes universitários que vão se formar em março tinham emprego assegurado no final do ano passado, um número alarmante em um país onde há pouco o cidadão podia assegurar o futuro de sua carreira com tranquilidade. Diante deste panorama, os jovens "não têm a mesma confiança" que seus antecessores, que graças à sua estabilidade podiam comprar casas ou automóveis com vistas a formar uma família, disse Renato Rivera, sociólogo especializado em estudos japoneses. Atualmente, parte dos jovens não pode convidar as mulheres do país a um bom restaurante ou ao cinema, nem adquirir automóveis caros em um país tradicionalmente caracterizado pelo luxo. Sem deixar de ser consumidores, os "herbívoros" preferem comprar artigos de moda e cuidado pessoal. Ainda fazem parte deste panorama as redes sociais virtuais e a proliferação dos telefones celulares, utilizados por quase todos os adolescentes para trocar mensagens de texto, em detrimento de uma comunicação direta verbal.
Para os especialistas, uma parte dos jovens japoneses parece ter entrado em um círculo vicioso e não socializa com mulheres por falta de recursos e por incapacidade de comunicar-se, portanto tornam-se mais introvertidos e se desinteressam pelo sexo. "É como estar em uma dieta: de tanto deixar de comer, o apetite se reduz", avalia Rivera, professor da Universidade de Meiji, em Tóquio. Para o sociólogo, os "herbívoros" se parecem um pouco com os "otakus" (fanáticos por mangás e animações), que passam a maior parte do tempo conectados a computadores e videogames. A diferença, segundo Rivera, é que em geral os "otakus" são mais anti-sociais, têm interesse pelo sexo mas não pelas relações permanentes, e contam com maior poder aquisitivo, já que são eternos consumidores das novidades tecnológicas.
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4954041-EI8147,00-Pesquisa+dos+jovens+no+Japao+nao+se+interessam+por+sexo.html
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Morte e vida
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