Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
contador
segunda-feira, 31 de março de 2008
domingo, 30 de março de 2008
Baobá
Tentei procurar no verde a esperança.
O verde sumiu.
Saí e, lá fora, eu esperei.
Na doçura do pôr do sol, eu mergulhei.
O verde sumiu.
Na doçura do pôr do sol, eu mergulhei.
...E, ao despertar da aurora.
Vi que até a seriema ia embora.
Vi que até a seriema ia embora.
Marcadores:
Fotos minhas- final de semana
sexta-feira, 28 de março de 2008
Meus sais
De brincadeira, fluíram sorrisos.
Da seriedade, algumas verdades:
Eu nem sabia que minha alegria,
tão bem, escondia a melancolia
... Abafada em ais!
E, de mansinho, chegaram sais.
Salpicaram-me de carinho
... Florais!
Fluíram em essências.
Supriram pequenas carências.
Nada mais!
E, de brincadeira, banhei e me banho.
Imersa em sais, ainda, me assanho.
Meus ais, tão profundos, ficaram perdidos.
Em sais submergidos.
... Florais!
Da seriedade, algumas verdades:
Eu nem sabia que minha alegria,
tão bem, escondia a melancolia
... Abafada em ais!
E, de mansinho, chegaram sais.
Salpicaram-me de carinho
... Florais!
Fluíram em essências.
Supriram pequenas carências.
Nada mais!
E, de brincadeira, banhei e me banho.
Imersa em sais, ainda, me assanho.
Meus ais, tão profundos, ficaram perdidos.
Em sais submergidos.
... Florais!
quarta-feira, 26 de março de 2008
Gostaria
Gostaria que você viesse.
De uma maneira calma, serena.
Gostaria que viesse para falar, escutar
ou contar de uma viagem.
Que viesse de qualquer forma.
A qualquer tempo!
Que viesse como o vento
Quando presenteia o navegante com sua aragem.
E que, neste varadouro, fossemos apenas dois rios.
Nesta curta passagem, parte de uma bela paisagem.
Gostaria que você viesse como o vento,
a qualquer hora, a qualquer tempo.
De uma maneira calma, serena.
Gostaria que viesse para falar, escutar
ou contar de uma viagem.
Que viesse de qualquer forma.
A qualquer tempo!
Que viesse como o vento
Quando presenteia o navegante com sua aragem.
E que, neste varadouro, fossemos apenas dois rios.
Nesta curta passagem, parte de uma bela paisagem.
Gostaria que você viesse como o vento,
a qualquer hora, a qualquer tempo.
terça-feira, 25 de março de 2008
Saber viver
" Saber viver " de CORA CORALINA
"Não sei... Se a vida é curta
ou longa demais pra nós.
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe
Braço que envolve
Palavra que conforta
Silêncio que respeita
Alegria que contagia
Lágrima que corre
Olhar que acaricia
Desejo que sacia
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
nem longa demais.
Mas, que seja intensa,
verdadeira, pura...
Enquanto durar"
segunda-feira, 17 de março de 2008
Graças pela graça da tua vida

Tia Linda
Qualquer coisa que eu diga é pouco
diante da grandeza de teu ser.
Renunciaste a tudo!
Renunciaste a tudo!
... Só pelo nosso bem querer.
Foste e é, o sentido do amor verdadeiro, desinteressado!
Por nós, deste a tua juventude.
És, ainda, a dedicação em plenitude.
Acolheste-nos como filhos.
Envolveste-nos com teus gestos de bondade.
Perdeste, todos, os bons momentos da tua mocidade.
Deste-nos o teu colo acolhedor.
Tornaste o nosso anjo zelador.
Ensinaste-nos com a tua simplicidade.
Ensinaste- nos a sermos bons
Foste e é, o sentido do amor verdadeiro, desinteressado!
Por nós, deste a tua juventude.
És, ainda, a dedicação em plenitude.
Acolheste-nos como filhos.
Envolveste-nos com teus gestos de bondade.
Perdeste, todos, os bons momentos da tua mocidade.
Deste-nos o teu colo acolhedor.
Tornaste o nosso anjo zelador.
Ensinaste-nos com a tua simplicidade.
Ensinaste- nos a sermos bons
com teus gestos de humildade.
Eu tenho o maior orgulho de ti.
De ter o teu afeto.
Sabe por que tia Linda?
Por mais que nos esforçássemos...
Por mais que fossemos capazes e que sonhássemos...
Sem o teu suporte, nós não conseguiríamos!
Era um tempo diferente.
Um tempo em que sonhar, era para pouca gente.
Como sonhos alcançar, morando naquele pequeno lugar?
Era preciso um sonhador e tivemos um pai.
Um homem inteligente que, por nós, sonhou.
Era preciso uma companheira e nossa mãe, ele encontrou.
Era preciso um anjo da guarda e Deus te enviou.
Graças pela graça da tua vida em nossas vidas, tia!
Graças pelos teus 90 anos!
Obrigada e perdoe-nos.
Eu tenho o maior orgulho de ti.
De ter o teu afeto.
Sabe por que tia Linda?
Por mais que nos esforçássemos...
Por mais que fossemos capazes e que sonhássemos...
Sem o teu suporte, nós não conseguiríamos!
Era um tempo diferente.
Um tempo em que sonhar, era para pouca gente.
Como sonhos alcançar, morando naquele pequeno lugar?
Era preciso um sonhador e tivemos um pai.
Um homem inteligente que, por nós, sonhou.
Era preciso uma companheira e nossa mãe, ele encontrou.
Era preciso um anjo da guarda e Deus te enviou.
Graças pela graça da tua vida em nossas vidas, tia!
Graças pelos teus 90 anos!
Obrigada e perdoe-nos.
Tomamos, todo, o teu tempo.
Viveste por nós !
Jamais esqueceremos.
Jamais esqueceremos.
A nossa eterna gratidão.
sexta-feira, 14 de março de 2008
A dança do ente
Ai que Miguel chato! O Zéca e eu estamos tentando fazê-lo dançar na festa da tia Linda. Olhem aí!
Mas, ele não quer mesmo e ainda, fica bravo. Azar!
quinta-feira, 13 de março de 2008
A DANÇA DOS ENTES
Por incrível que pareça, esta não sou eu!... É a Cidóca ensaiando meus habibs irmãozinhos para uma apresentação na festa de 90 anos da Tia Linda. Olhem como eles gritam "bunidinho": Farideeeeee!!!
quarta-feira, 12 de março de 2008
Era lobo... que judiação!
Vi um vivente, era um cordeiro.
Passou depressa, muito ligeiro!
Veio a galope, montado em pelo.
E com deszelo, deixou cair
A sua máscara de pelo bom.
Caiu na grama, sujou o chão!
Passou depressa, veio a galope.
Saiu correndo, triscando o chão.
Não era gente, não era ovelha.
Era um lobo... que judiação!
Assinar:
Postagens (Atom)