Pedem-me para varrer este templo,
deixar de lamentos,
abrir janelas.
Acender velas e muito incenso.
E eu penso...
como deixar os mortos, que viveram comigo, no seu próprio limbo
e enxugar as lágrimas e parar de me lamuriar.
Devo, pois, escrever versos?
Mesmo sem rima, sem poesia?
De rimas pobres o blog sempre foi vestido!
De rimas vazias, sem sentido.
A última postagem fala sobre mãos
e o meu coração veste uma angústia sem fim.
Ando ausente,
perdi uma pessoa muito querida!
Tenho vivido a morte
e morrido a vida.
Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
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sexta-feira, 6 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Minhas respostas

Preservo- me fogo no vulcão que incendeia.
Já fui sereia à espera das águas do mar.
Para um bom marinheiro...
a caixa de Pandora a decifrar.
Roubei do céu o segredo do fogo
e da água do oceano o segredo do mar.
Não escrevi nem recebi qualquer poema...
Nem minha pele soube mais o que é roçar.
Fiquei presa às audácias que recorda minha mente.
Tentei apagar-me fogo e pus-me a nadar.
Naufraguei meu corpo carente
a procura de carícias vindas do mar.
Não obtive as carícias que meu corpo pedia.
Do fogo, que ardia, sobrou cinza da lenha a queimar.
Nenhuma água em meu ondulado corpo...
nenhuma onda quis me ondular.
Já fui sereia à espera das águas do mar.
Para um bom marinheiro...
a caixa de Pandora a decifrar.
Roubei do céu o segredo do fogo
e da água do oceano o segredo do mar.
Não escrevi nem recebi qualquer poema...
Nem minha pele soube mais o que é roçar.
Fiquei presa às audácias que recorda minha mente.
Tentei apagar-me fogo e pus-me a nadar.
Naufraguei meu corpo carente
a procura de carícias vindas do mar.
Não obtive as carícias que meu corpo pedia.
Do fogo, que ardia, sobrou cinza da lenha a queimar.
Nenhuma água em meu ondulado corpo...
nenhuma onda quis me ondular.
Crédito da imagem- Google images
( A maioria das vezes, nos blogs de poesias, faço comentários referente ao escrito em forma de poema, este foi um deles, não me lembro qual nem de quem.)
sábado, 3 de março de 2012
Auto retrato
Sou uma mistura
de alegria e tristeza...
Sou beleza
sou feiúra.
Sou um misto de tudo,
às vezes nada.
Sou madrugada quando anoitece,
noite quando amanhece
...Sou confusa!
Na reta sou obtusa.
Na direção sou a mão certa
na mão errada.
Sou a própria encruzilhada!
Tenho olhos grandes...
amendoados!
Profundos... muito profundos!
Como se minha alma fosse o mundo
e como se o mundo pudesse me enxergar assim...
Exatamente como ele é
e exatamente como eu sou:
Confusamente
confusos.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Poemas tristes
Meus poemas soam
tristemente.
Sou paisagem triste,
verde ausente...
em dias frios.
Sou rio!
Pelos meus olhos passam águas
e meu leito dissolve mágoas...
que me permite correr.
E, assim, tenho vivido...
de poemas tristes.
Cada vez mais tristemente!
E, no verde ausente,
sou mais uma flor
a morrer.
Crédito da imagem- Rui Pires
http://lamegoimage.blogspot.com
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Meu viver
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Um poema

Passei pelo blog " arroz queimado "
Escrevi um comentário e transporto aqui em poema:
Vi lá tanto desejo...
Beijos que voavam perdidos.
Imaginei além de um esvoaçar de vestido...
Vermelho!
Um sorriso no espelho,
uma malícia no olhar.
Um coração enorme de se desejar.
Porque além da aparência é preciso amar!
Meus sonhos voaram com aquele poema.
Cujo tema, a carne, às vezes maltrata.
Deixando uma dor que tortura... Mata!
"Em noites abafadas de lençóis úmidos e pranto contido"
Também, angustiada, me reviro no leito.
E minhas mãos buscam mãos
que me toquem fundo no peito...
O meu coração!
E em meio ao silêncio e a escuridão
me atrevo...
e escrevo...
Um poema.
Escrevi um comentário e transporto aqui em poema:
Vi lá tanto desejo...
Beijos que voavam perdidos.
Imaginei além de um esvoaçar de vestido...
Vermelho!
Um sorriso no espelho,
uma malícia no olhar.
Um coração enorme de se desejar.
Porque além da aparência é preciso amar!
Meus sonhos voaram com aquele poema.
Cujo tema, a carne, às vezes maltrata.
Deixando uma dor que tortura... Mata!
"Em noites abafadas de lençóis úmidos e pranto contido"
Também, angustiada, me reviro no leito.
E minhas mãos buscam mãos
que me toquem fundo no peito...
O meu coração!
E em meio ao silêncio e a escuridão
me atrevo...
e escrevo...
Um poema.
domingo, 28 de novembro de 2010
Desespero de mim
Da vida não quero perder nenhum instante.
Nem pensar na eternidade.
Quero viver cada momento, fazer, dela, encantamento.
Para não sentir saudade.
Depois, quem sabe?
O meu corpo,
Nem pensar na eternidade.
Quero viver cada momento, fazer, dela, encantamento.
Para não sentir saudade.
Depois, quem sabe?
O meu corpo,
de vida despojado,
possa pelos vermes ser devorado.
Do cuidado com o meu corpo...
Minhas curvas?
Mais nada!
Apenas o esqueleto.
E se, minha alma, escapar sem nenhum defeito,
evaporar no etéreo...
Desvendarei o mistério
que existe acima de mim.
E encontrarei, enfim, paz.
possa pelos vermes ser devorado.
Do cuidado com o meu corpo...
Minhas curvas?
Mais nada!
Apenas o esqueleto.
E se, minha alma, escapar sem nenhum defeito,
evaporar no etéreo...
Desvendarei o mistério
que existe acima de mim.
E encontrarei, enfim, paz.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
A pedra e a Rosa
Havia uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho uma pedra tinha
Essa matéria mineral, dura e sólida,
da natureza das rochas
Acendeu tochas e hoje inflama.
No meio do caminho uma pedra tinha
Essa matéria mineral, dura e sólida,
da natureza das rochas
Acendeu tochas e hoje inflama.
Nessa chama sou pequeno fragmento.
Desponto no meio dessa matéria bruta
como rosa delicada.
E nessa caminhada...
Quantas pedras meu amigo!
Será que são as pedras que me seguem
Ou as pedras eu sigo?
Vivo em arranjos tão florais.
E morro
nas lápides sepulcrais.
Seguimos...
Sempre juntas...
Seguimos!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Meu passado me pertence

Meu passado me pertence!
Mas, eu também, sou tempo do agora.
Transo com o presente.
Mas o melhor gozo foi embora.
Ficou lá... no passado!
Quando perco o sono,
remexo em entulhos guardados.
Com uma pá eu remexo...
remexo... remexo...
Vejo a madrugada, por mim, passar!
Vou ao frigobar
E pego uma gelada:
Bavária, Bohemia, Brahma...
Que importa?
Original, crystal, Skol...
Fico falante!
Falo... falo... Falo comigo!
Nossa, como me canso!
E, às vezes, eu não quero mais me escutar.
Não durmo, espero o sol chegar.
Que encanto...
É o galo...
Mas, eu também, sou tempo do agora.
Transo com o presente.
Mas o melhor gozo foi embora.
Ficou lá... no passado!
Quando perco o sono,
remexo em entulhos guardados.
Com uma pá eu remexo...
remexo... remexo...
Vejo a madrugada, por mim, passar!
Vou ao frigobar
E pego uma gelada:
Bavária, Bohemia, Brahma...
Que importa?
Original, crystal, Skol...
Fico falante!
Falo... falo... Falo comigo!
Nossa, como me canso!
E, às vezes, eu não quero mais me escutar.
Não durmo, espero o sol chegar.
Que encanto...
É o galo...
É o canto!
Saio inteira da noite indormida.
Me celebro a mais florida
Rosa
No jardim da manhã.
Com carinho
Rosa de Fátima
3 de setembro de 2010- 18:22 hs
Este é meu poema- comentário,
em resposta a postagem " eu+eu= ? " do poeta Ediney Santana.
Saio inteira da noite indormida.
Me celebro a mais florida
Rosa
No jardim da manhã.
Com carinho
Rosa de Fátima
3 de setembro de 2010- 18:22 hs
Este é meu poema- comentário,
em resposta a postagem " eu+eu= ? " do poeta Ediney Santana.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Flores das favelas

Se houvesse um fiel jardineiro.
No jardim das favelas haveriam flores:
As mais belas!
Mas os interesses são outros.
O adubo é desviado.
As mesmas flores que podem ser vistas
nos jardins das mansões do cerrado
Poderiam ser colhidas nos jardins das favelas.
Mas são açoitadas.
As flores tão sonhadas
Acabam, apenas, um sonho sendo.
A esperança de uma roseira florida vai morrendo
À medida que novos escândalos surgem.
Corrupção!
Os sonhos ficam resumidos a um simples botão:
Pequenino e machucado.
Açoitado por todos os lados
Pede socorro como pode.
Luta, mas cai ao chão
Junto às migalhas de pão.
Limitações financeiras?
Irresponsabilidade do Estado!
Nos jardins da casta de privilegiados...
Roseiras crescem carregadas.
Eles não se importam com flores
submersas na agrura.
Para que perder tempo com essa cultura?
No jardim das favelas haveriam flores:
As mais belas!
Mas os interesses são outros.
O adubo é desviado.
As mesmas flores que podem ser vistas
nos jardins das mansões do cerrado
Poderiam ser colhidas nos jardins das favelas.
Mas são açoitadas.
As flores tão sonhadas
Acabam, apenas, um sonho sendo.
A esperança de uma roseira florida vai morrendo
À medida que novos escândalos surgem.
Corrupção!
Os sonhos ficam resumidos a um simples botão:
Pequenino e machucado.
Açoitado por todos os lados
Pede socorro como pode.
Luta, mas cai ao chão
Junto às migalhas de pão.
Limitações financeiras?
Irresponsabilidade do Estado!
Nos jardins da casta de privilegiados...
Roseiras crescem carregadas.
Eles não se importam com flores
submersas na agrura.
Para que perder tempo com essa cultura?
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Trajes meus
Trajes em ultraje
Como antes correrei no gramado.
E se algo der errado
Se ventar...
Se o vento o meu chapéu voar
Ou derrubar sorvete em meu vestido de chita...
Sereia sempre.

Tem razão.
Não deixarei que levem os meus trajes.
Na vida sou o próprio ultraje.
A irreverência!
Meu espírito em carência
Sem eles sente frio.
Nesse imenso oceano
Sempre há um desengano.
Mas nada que impeça sonhar.
Sereia vive no mar.
Serei a sede de amar!
Devolverei ao mundo a Sereia maluca.
De repente, em versos, saborosa.
Plantarei-me Rosa
E no jardim florirei exuberante.
Não deixarei que levem os meus trajes.
Na vida sou o próprio ultraje.
A irreverência!
Meu espírito em carência
Sem eles sente frio.
Nesse imenso oceano
Sempre há um desengano.
Mas nada que impeça sonhar.
Sereia vive no mar.
Serei a sede de amar!
Devolverei ao mundo a Sereia maluca.
De repente, em versos, saborosa.
Plantarei-me Rosa
E no jardim florirei exuberante.
Como antes correrei no gramado.
E se algo der errado
Se ventar...
Se o vento o meu chapéu voar
Ou derrubar sorvete em meu vestido de chita...
Sereia sempre.
Bendita!
Entre as mulheres, a mais louca!
Entre as mulheres, a mais louca!
terça-feira, 2 de março de 2010
Rio Ana
A Ana gostaria de ser um rio diferente.
Gostaria de ficar sob a sombra de árvores frondosas.
E quem sabe o rio Rosa pudesse, então, nela desaguar.
Levaria minhas flores comigo.
E a ela eu iria dar.
Depois, faríamos o percurso juntas.
Desaguaríamos, quem sabe, no mar.
Faríamos ondas enormes
Para quem gostasse de surfar.
E quando banhistas se aproximassem...
Nossas ondas, neles, iriam quebrar.
Balançaríamos navios...
E abrigaríamos muitos peixes diferentes.
E se, em nós, jogassem entulhos.
Devolveríamos num repente.
Baleias e sereias nós não deixaríamos ninguém pescar.
A nossa água seria tão linda,
Tão limpa...
Que o sol, as estrelas e a lua,
Em nós, iriam se espelhar.
Gostaria de ficar sob a sombra de árvores frondosas.
E quem sabe o rio Rosa pudesse, então, nela desaguar.
Levaria minhas flores comigo.
E a ela eu iria dar.
Depois, faríamos o percurso juntas.
Desaguaríamos, quem sabe, no mar.
Faríamos ondas enormes
Para quem gostasse de surfar.
E quando banhistas se aproximassem...
Nossas ondas, neles, iriam quebrar.
Balançaríamos navios...
E abrigaríamos muitos peixes diferentes.
E se, em nós, jogassem entulhos.
Devolveríamos num repente.
Baleias e sereias nós não deixaríamos ninguém pescar.
A nossa água seria tão linda,
Tão limpa...
Que o sol, as estrelas e a lua,
Em nós, iriam se espelhar.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
A Rosa e os pássaros
Uma rosa desfolhada
Desvairada!
Eu não pico
Matreira.
Vim de uma roseira sem espinhos.
Vim de uma roseira sem espinhos.
Pintassilgos, em mim, não fizeram ninhos.
Beija-flores rodearam.
E no ar pairaram:
Pra lá... pra cá...
pra lá... pra cá...
Só queriam me beijar!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Silêncio não manipulado
Diz-me para manipular o silêncio.
É mais sábio!
Eu sei... já me disseram!
Para tudo há o momento certo.
E, assim, espero.
Saboreio as palavras e a escrita.
Se, eu articulo as palavras não sei.
Não penso e... Já falei!
Desvairada e audaciosa Rosa.
Não sou sábia!
Se eu fosse eu pensaria.
Falaria menos, ouviria mais!
Eu sei...
Mas, eu não quero ser sábia!
Eu teria que pensar.
Teria mais interrogações.
Dúvidas, nas respostas, a dar.
Sentimentos reais eu articularia.
O meu ser eu desgastaria.
Não, eu não suportaria!
Não sou sábia e o silêncio não manipulo.
As palavras eu não engulo.
É mais sábio!
Eu sei... já me disseram!
Para tudo há o momento certo.
E, assim, espero.
Saboreio as palavras e a escrita.
Se, eu articulo as palavras não sei.
Não penso e... Já falei!
Desvairada e audaciosa Rosa.
Não sou sábia!
Se eu fosse eu pensaria.
Falaria menos, ouviria mais!
Eu sei...
Mas, eu não quero ser sábia!
Eu teria que pensar.
Teria mais interrogações.
Dúvidas, nas respostas, a dar.
Sentimentos reais eu articularia.
O meu ser eu desgastaria.
Não, eu não suportaria!
Não sou sábia e o silêncio não manipulo.
As palavras eu não engulo.
Não consigo!
E as pessoas que seguem comigo
Aprenderam a me compreender.
Que na vida não basta mostrar ser.
Tem que ser... Tem que ser!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Destilado deste lado
Destilado em poemas
Deste lado
Quando a tristeza eu pressinto.
No absinto eu curo a mágoa.
E nessa água...
Não há quem alegre não fique.
Nesse alambique tem alegria.
Quem sabe um dia...
Todos retornem
Deste lado
Quando a tristeza eu pressinto.
No absinto eu curo a mágoa.
E nessa água...
Não há quem alegre não fique.
Nesse alambique tem alegria.
Quem sabe um dia...
Todos retornem
para trabalhar deste lado.
Aí, então, abrirei as portas
Aí, então, abrirei as portas
em quartos fechados.
Já chorei, já sofri, senti frio...
Sofri baques!
Aqueci-me em Whiskes e conhaques.
Bebi Barack.
Não foi Obama!
Sofri e chorei como quem ama.
E nessa lama...
Já chorei, já sofri, senti frio...
Sofri baques!
Aqueci-me em Whiskes e conhaques.
Bebi Barack.
Não foi Obama!
Sofri e chorei como quem ama.
E nessa lama...
O destilado!
Numa golada enchia a boca
De Maria louca à repreensão.
Quase paulada...
Numa golada enchia a boca
De Maria louca à repreensão.
Quase paulada...
O safanão!
E na tequila, na grappa, no rum...
No Steinhäger , no Gim...
E foi assim
Que eu bebi e que chorei.
E chorando encontrei-me deste lado!
Estava guardado.
E na tequila, na grappa, no rum...
No Steinhäger , no Gim...
E foi assim
Que eu bebi e que chorei.
E chorando encontrei-me deste lado!
Estava guardado.
Estava latente.
Na aguardente...
Na aguardente...
Meu outro lado!
Escondido procurando abrigo
Escondido procurando abrigo
... no Destilado!
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Louca esfera
Cansei da ousadia de, supostos, Srs. Soberanos.
E, de desenganos e desenganos... Saí por aí!
Não, eu não morri!
Também não quero velas, quero flores...
E, de desenganos e desenganos... Saí por aí!
Não, eu não morri!
Também não quero velas, quero flores...
Flores sim!
Amo-as e quero-as perto, bem perto, de mim.
Mas, viva e feliz.
Cansei de ser inquirida nesta doida vida.
Cansei deste exército marchante
Cheio de reprimendas e censuras errantes.
A vida é bela!
Amo-as e quero-as perto, bem perto, de mim.
Mas, viva e feliz.
Cansei de ser inquirida nesta doida vida.
Cansei deste exército marchante
Cheio de reprimendas e censuras errantes.
A vida é bela!
Azar, de quem tem tudo para ser feliz e não consegue.
Nem que a morte me carregue, eu não arredo o ar da graça.
Quando morrer, vou sorrir para vocês... Só de pirraça!
E, nesta perraria, mesmo gelada e fria...
Eflúvios se desprenderão, de mim, na viril atmosfera.
E vocês sentirão como sempre estive.
E vocês sentirão como sempre estive.
Viva, nesta louca esfera.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Resposta superlativa
Eu gostaria de ver além da mente insana.
Gostaria de não responder de forma profana.
Gostaria de não ser indelicada, grosseira.
Mas, quando se fala asneira... Sai de baixo!
Eu também acho.
A mente humana é cheia de malícias.
E isso é uma das melhores delícias!
Sempre soube que maliciar era pecado.
Hoje sei que, foi meio errado.
O que eu quero de SUPERLATIVO ?
Gostaria de ver o amor superando o ódio
De forma SUPERLATIVA.
Eu queria um amor bem grandão
... em um espaço pequenininho.
Quero a ternura infinda no meu doce cantinho.
Eu quero que, o meu pequeno rebanho
...Seja feliz, do MAIOR TAMANHO!
Eu quero conservar amigos.
E eu quero sempre pensar que,
está brincando comigo.
Que as pessoas me aceitem
e eu quero aceitá-las também.
Quer coisa melhor, MAIOR, SUPERLATIVA assim?
ISSO É SUPERLATIVO PRA MIM !
Agora, pra você meu caro caminhoneiro...
Eu também desejo algo ENORME.
Peço que, na subida... Deus lhe ajuda.
E na descida... que lhe acuda!
E se isso não bastar,
se na descida, Deus não lhe ajudar.
Desejo a você algo bem grandão:
Um enorme e funcional freio de mão.
Mais um Superlativo apenas.
Estes são desejos SUPERLATIVOS da Maraláxia.
Gostaria de não responder de forma profana.
Gostaria de não ser indelicada, grosseira.
Mas, quando se fala asneira... Sai de baixo!
Eu também acho.
A mente humana é cheia de malícias.
E isso é uma das melhores delícias!
Sempre soube que maliciar era pecado.
Hoje sei que, foi meio errado.
O que eu quero de SUPERLATIVO ?
Gostaria de ver o amor superando o ódio
De forma SUPERLATIVA.
Eu queria um amor bem grandão
... em um espaço pequenininho.
Quero a ternura infinda no meu doce cantinho.
Eu quero que, o meu pequeno rebanho
...Seja feliz, do MAIOR TAMANHO!
Eu quero conservar amigos.
E eu quero sempre pensar que,
está brincando comigo.
Que as pessoas me aceitem
e eu quero aceitá-las também.
Quer coisa melhor, MAIOR, SUPERLATIVA assim?
ISSO É SUPERLATIVO PRA MIM !
Agora, pra você meu caro caminhoneiro...
Eu também desejo algo ENORME.
Peço que, na subida... Deus lhe ajuda.
E na descida... que lhe acuda!
E se isso não bastar,
se na descida, Deus não lhe ajudar.
Desejo a você algo bem grandão:
Um enorme e funcional freio de mão.
Mais um Superlativo apenas.
Estes são desejos SUPERLATIVOS da Maraláxia.
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