Olho o céu e, nada, encontro.
E, neste ponto, me desconcerto.
Não acho certo e, ainda, ciente
fico descrente ao olhar a terra.
Lá, a vida encerra!
Restos descansam, me desaponto.
Lá, te encontro e me desespero.
Cadê minha crença, onde a perdi?
Desde que nasci, fizeste-me crer na alma
Cadê teu espírito, cadê o eterno que acalma?
Cadê o que te animava e que te dava vida?
Perdi, nada encontro desde a tua partida.
Sinto a ausência do teu último expiro.
Ainda respiro tua força em teu sofrimento.
Ainda há tormento de não ter-te olhado.
De não ter-te afagado no último momento.
Foi-se o dia, o trabalho levou-me distante.
Poderias ter me beijado momentos antes.
Já havias partido quando eu cheguei.
Não tive teu último beijo, só eu te beijei!
Sete anos de saudades
E, neste ponto, me desconcerto.
Não acho certo e, ainda, ciente
fico descrente ao olhar a terra.
Lá, a vida encerra!
Restos descansam, me desaponto.
Lá, te encontro e me desespero.
Cadê minha crença, onde a perdi?
Desde que nasci, fizeste-me crer na alma
Cadê teu espírito, cadê o eterno que acalma?
Cadê o que te animava e que te dava vida?
Perdi, nada encontro desde a tua partida.
Sinto a ausência do teu último expiro.
Ainda respiro tua força em teu sofrimento.
Ainda há tormento de não ter-te olhado.
De não ter-te afagado no último momento.
Foi-se o dia, o trabalho levou-me distante.
Poderias ter me beijado momentos antes.
Já havias partido quando eu cheguei.
Não tive teu último beijo, só eu te beijei!
Sete anos de saudades
