É isso aí!
Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
contador
terça-feira, 18 de novembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Encontro de turma
30 anos!
Quase uma vida.
E, a cada despedida,
Quase uma vida.
E, a cada despedida,
a certeza de um novo encontro.
De repente o tempo corre.
E na ânsia de não nos perdermos, agarramos o passado.
Nunca estive tão perto de vocês!
É como se me agarrasse a um tempo perdido.
De volta ao passado resgatando, da vida, o sentido.
E em todos os meus discursos, dos encontros, eu digo:
EU DEVERIA TER APROVEITADO MAIS !
Deveria ter feito farra, ter ido mais ao diretório.
Com o tempo eu percebi que é tudo, muito, transitório.
A menina centrada, estudiosa...
Para alguns de vocês, ainda, a mesma Rosa...
Hoje, encontra-se saudosa desses tempos idos.
Sei que, nada, foi perdido!
Hoje, eu sou a profissional respeitada.
Meio doida e um pouco engraçada.
Mas, com a certeza de que, da vida, não se leva nada!
O que realmente conta é a amizade, a lealdade...
E os revejo, sempre, com ternura e muita saudade.
Vivi, nesses dias, momentos maravilhosos.
E percebi que estamos, todos, muito saudosos.
Mais ou menos iguais!
A história é muito parecida, nem menos, nem mais!
Todos com os mesmos anseios, os mesmos receios.
As mesmas angústias e medos, a mesma certeza:
ENVELHECEMOS!
Ficamos mais esquecidos...
Alguns não apareceram, doentes, deprimidos...
Lembrei de duas pessoas em meu breve discurso.
E deixo, aqui, duas linhas para a saudade:
Maria Devanir
Tamanduá
Em algum lugar, de paz, hão de estar.
Nesse ponto no infinito, um dia, todos nós iremos nos encontrar.
... Não chorem!
Mas, esse encontro, nesse ponto...
Espero que demore!
Com carinho, em nome da nossa turma de Odontologia da Unesp de Araraquara.
De repente o tempo corre.
E na ânsia de não nos perdermos, agarramos o passado.
Nunca estive tão perto de vocês!
É como se me agarrasse a um tempo perdido.
De volta ao passado resgatando, da vida, o sentido.
E em todos os meus discursos, dos encontros, eu digo:
EU DEVERIA TER APROVEITADO MAIS !
Deveria ter feito farra, ter ido mais ao diretório.
Com o tempo eu percebi que é tudo, muito, transitório.
A menina centrada, estudiosa...
Para alguns de vocês, ainda, a mesma Rosa...
Hoje, encontra-se saudosa desses tempos idos.
Sei que, nada, foi perdido!
Hoje, eu sou a profissional respeitada.
Meio doida e um pouco engraçada.
Mas, com a certeza de que, da vida, não se leva nada!
O que realmente conta é a amizade, a lealdade...
E os revejo, sempre, com ternura e muita saudade.
Vivi, nesses dias, momentos maravilhosos.
E percebi que estamos, todos, muito saudosos.
Mais ou menos iguais!
A história é muito parecida, nem menos, nem mais!
Todos com os mesmos anseios, os mesmos receios.
As mesmas angústias e medos, a mesma certeza:
ENVELHECEMOS!
Ficamos mais esquecidos...
Alguns não apareceram, doentes, deprimidos...
Lembrei de duas pessoas em meu breve discurso.
E deixo, aqui, duas linhas para a saudade:
Maria Devanir
Tamanduá
Em algum lugar, de paz, hão de estar.
Nesse ponto no infinito, um dia, todos nós iremos nos encontrar.
... Não chorem!
Mas, esse encontro, nesse ponto...
Espero que demore!
Com carinho, em nome da nossa turma de Odontologia da Unesp de Araraquara.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Chuva rosa
Chove e a chuva me envolve.
Magicamente, ela me leva a um lugar
Onde, ainda, lembro e sinto o cheiro
Magicamente, ela me leva a um lugar
Onde, ainda, lembro e sinto o cheiro
daquela terra molhada.
Que se desfazia em barro,
Que se desfazia em barro,
a escorregar pela calçada.
E a enxurrada...
desembocava em um riacho.
E, hoje, acho que ouço a sua voz,
enérgica e brincalhona.
Corajosa!
Cuidado com a enchente!
- Dizia a mamãe Rosa.
E a chuva caía...
Cuidado com a enchente!
- Dizia a mamãe Rosa.
E a chuva caía...
e a gente se escondia no perigo.
Não havia abrigo para a molecada.
Que, na chuvarada, brincava nas águas sujas da enxurrada.
Não havia abrigo para a molecada.
Que, na chuvarada, brincava nas águas sujas da enxurrada.
Saudades dessa chuva envolvente.
Hoje, no mormaço quente
do asfalto, ainda, sinto o cheiro bom da nossa terra molhada.
Agora a chuva cai.
Agora a chuva cai.
Fico calada!
Sei que, nela, você está.
Sei que, nela, você está.
Seja em forma de gotas milagrosas...
Seja como um anjo...
Como Rosa...
Eu sinto a sua presença!
Sei que, nela, está a me falar de amor, perdão...
Nada de mágoas!
E, nessas águas, envolvida por você eu vou.
Para sempre.
Com o seu amor.
sábado, 8 de novembro de 2008
Anjos meus
Gostaria de estar aí, fiquei dividida!
Como esquecer os valores que me ensinaram na vida?
Minhas tias!
Como esquecer os valores que me ensinaram na vida?
Minhas tias!
Não poderia deixá-las.
A tia Anália, tia Linda, que graça!
Quando elas passam fito-as bem.
Fico imaginando que a vida vai muito...
A tia Anália, tia Linda, que graça!
Quando elas passam fito-as bem.
Fico imaginando que a vida vai muito...
Muito além do que se vê.
Fico tentando entender o que faz um ser humano ser assim.
Ser anjo, como elas, está muito distante de mim.
Vou curti-las enquanto eu puder.
Por quanto mais tempo eu terei esse presente?
Com elas, para elas, não haverá meu triste lamento.
Estarei por perto!
Porque sei que, no momento certo, tudo irá acabar.
Aqui, eu deverei estar.
Fico tentando entender o que faz um ser humano ser assim.
Ser anjo, como elas, está muito distante de mim.
Vou curti-las enquanto eu puder.
Por quanto mais tempo eu terei esse presente?
Com elas, para elas, não haverá meu triste lamento.
Estarei por perto!
Porque sei que, no momento certo, tudo irá acabar.
Aqui, eu deverei estar.
E, desta vez, eu estarei.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Dia de campo
Entrecortado por verdes vales
Nele, encaixado.
Trago guardado, em minha memória, maluquices!
Das nossas risadas... criancices!
Boas lembranças de um dia de campo.
Sei lá, quais foram as suas expectativas.
Se movido pelo encanto desse lugar,
de, tantas, promessas...
Sem pressa, mas inteligente.
Em um mundo diferente, você pôs-se a aventurar.
Corajoso, saiu do pequeno lugar!
Deixou um canto pequeno
E em outro plano terreno...
Sonhos seus, talvez, a concretizar.
Engraçado...
Ou, das graças da mamãe o provedor.
O produtor do feijão nosso de cada dia.
E, hoje, no seu dia... Mais um dia de campo!
E eu fico, aqui, no meu canto .... Sozinha!
Sem pressa, mas inteligente.
Em um mundo diferente, você pôs-se a aventurar.
Corajoso, saiu do pequeno lugar!
Deixou um canto pequeno
E em outro plano terreno...
Sonhos seus, talvez, a concretizar.
Engraçado...
Ou, das graças da mamãe o provedor.
O produtor do feijão nosso de cada dia.
E, hoje, no seu dia... Mais um dia de campo!
E eu fico, aqui, no meu canto .... Sozinha!
Opção minha.
Vôo a um lugar alto
Nesse planalto eu, também, posso voar
... Sonho!
Por isso eu fiquei.
Preciso trabalhar!
Vôo a um lugar altoNesse planalto eu, também, posso voar
... Sonho!
Por isso eu fiquei.
Preciso trabalhar!
Acredito que, ainda, tenho bons motivos para sonhar.
Quero estar com você o ano que vem
Não conte para o Lindo, para ninguém!
Esse é um sonho meu.
Seu aniversário, ano que vem no Leste Europeu!
Vamos?
Fechado!
Zéca parabéns!
Saudades do ano passado: Buda’s bar...
Valeu! E, o Lindo perdeu
... Azar!
Posso confessar uma coisa?
Acho que, hoje, vou chorar.
( Estou chorando! )
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Descansarei em paz
Quando eu morrer.
Enterrem o meu corpo.
E revejam meu escrito.
E se louca fui, falem!
Eu permito.
Mas, se vocês lerem bem...
Verão que, também, têm.
Um pouco da minha loucura.
E diante da minha sepultura...
Peço que lembrem o meu poema.
E, na despedida, usem como tema.
Minhas inúteis palavras.
E se, durante a minha vida,
eu não soube bem usá-las.
Que faça uso, delas, alguém.
Que, em mim, saiba jogá-las.
Descansarei em paz.
Enterrem o meu corpo.
E revejam meu escrito.
E se louca fui, falem!
Eu permito.
Mas, se vocês lerem bem...
Verão que, também, têm.
Um pouco da minha loucura.
E diante da minha sepultura...
Peço que lembrem o meu poema.
E, na despedida, usem como tema.
Minhas inúteis palavras.
E se, durante a minha vida,
eu não soube bem usá-las.
Que faça uso, delas, alguém.
Que, em mim, saiba jogá-las.
Descansarei em paz.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Quando eu morrer
Sorrio!
Sorrio por tudo e choro por nada.
E se choro e rio, as vezes, sou censurada.
Escancarada, doida varrida!
E se viver pela vida é seriedade...
Meu Deus, que palhaçada é essa falsa verdade!
Vi seres sérios escondidos.
Vi seres polidos safados.
Descobri segredos terríveis guardados.
Rio pela vida afora.
E quando eu for embora...
Quero que falem e riem de mim.
E, sendo assim, eu quero flores. Muitas delas!
Que toquem, do nosso Brasil, a aquarela.
E que me levem a cova escura, balançando com ternura.
E sobre a minha sepultura...
Quero que escrevam bem grande:
AQUI JAZ UMA LOUCURA.

Sorrio por tudo e choro por nada.
E se choro e rio, as vezes, sou censurada.
Escancarada, doida varrida!
E se viver pela vida é seriedade...
Meu Deus, que palhaçada é essa falsa verdade!
Vi seres sérios escondidos.
Vi seres polidos safados.
Descobri segredos terríveis guardados.
Rio pela vida afora.
E quando eu for embora...
Quero que falem e riem de mim.
E, sendo assim, eu quero flores. Muitas delas!
Que toquem, do nosso Brasil, a aquarela.
E que me levem a cova escura, balançando com ternura.
E sobre a minha sepultura...
Quero que escrevam bem grande:
AQUI JAZ UMA LOUCURA.
domingo, 2 de novembro de 2008
Dia de finados

Restos mortais descansam
Onde vivos não cansam de, tanto, perturbar.
Constroem verdadeiros monumentos.
Enfeitam e, quase, incendeiam.
De, tanta, vela queimar.
Não quero velas, nem nada!
Eu quero sossego nessa morada.
Caso queiram, flores podem plantar.
Em um jardim de paz eu quero estar.
Onde vivos não cansam de, tanto, perturbar.
Constroem verdadeiros monumentos.
Enfeitam e, quase, incendeiam.
De, tanta, vela queimar.
Não quero velas, nem nada!
Eu quero sossego nessa morada.
Caso queiram, flores podem plantar.
Em um jardim de paz eu quero estar.
E nem precisa muita reza!
Um ser que se preza, nessa terra, planta.
E, quando parte, com Jesus descansa.
Na alegria que a colheita, no paraíso, traz.
E em plenitude, com Ele, vive
Em um reino de glória e paz.
Assinar:
Postagens (Atom)
