Passem-se dias, horas, meses, anos.
Amadureçam as ilusões da vida.
Prossiga ela sempre dividida.
Entre compensações e desenganos.
Faça-se a carne mais envilecida.
Diminuam os bens, cresçam os danos.
Vença o ideal de andar caminhos planos.
Melhor que levar tudo de vencida.
Queira-se antes ventura que aventura.
À medida que a têmpora embranquece.
E fica tenra a fibra que era dura.
E eu te direi: amiga minha, esquece…
Que grande é este amor meu de criatura.
Que vê envelhecer e não envelhece.
Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Maracutaia da gaia
Que maracutaia é essa que a gaia tem?
Diz que o tempo não leva desaforo de nada. De ninguém!
Tudo muda com o tal tempo.
E a minha freqüência cardíaca também!
Ah, gaia... Gaia! Que maracutaia é essa?
Que apressa e faz-me apressar?
As marcas do tempo estão em mim.
Não adianta negar!
Sei o quão é poderosa.
Se sua freqüência muda, muda a da rosa!
Ah, gaia... Gaia!
Que maracutaia é essa de o tempo apressar?
Diz que o tempo não leva desaforo de nada. De ninguém!
Tudo muda com o tal tempo.
E a minha freqüência cardíaca também!
Ah, gaia... Gaia! Que maracutaia é essa?
Que apressa e faz-me apressar?
As marcas do tempo estão em mim.
Não adianta negar!
Sei o quão é poderosa.
Se sua freqüência muda, muda a da rosa!
Ah, gaia... Gaia!
Que maracutaia é essa de o tempo apressar?
Da rosa, sou folha ao vento.
Não encurte o meu tempo...
Deixe- me voar...
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Minhas poesias-Maraláxia
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Bom dia!
Estou aqui bem no Horizonte.
Não bloqueie o sol...
Nasce no leste, sabia?
Todos os dias... Todos!
Vou caminhar, eu posso vê-lo nascer.
As estrêlas já se foram por querer.
Não bloqueie o sol...
Nasce no leste, sabia?
Todos os dias... Todos!
Vou caminhar, eu posso vê-lo nascer.
As estrêlas já se foram por querer.
Acordei e estou saindo, agora, do hospício.
Vou de encontro ao sol, diz ser solstício.
Não sei.
É quase dezembro, se não for... falta pouco!
Vou correndo antes que algum louco
Acabe com ele também.
E não haverá brilho para mim.
Nem para ninguém!
Ouço pássaros... Ouçam!
Eles me levam a algumas quimeras desejadas.
Vou caminhar sentindo a força do sol.
Para continuar me amando e ser amada.
Pela vida eu já sou abençoada!
Que mais posso querer?
Nada... Mais nada!
Só preciso correr.
Tem um louco querendo o meu sol esconder.
Bom dia!
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Momentos lúdicos da Maraláxia
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
O encontro
Não deixe que a façam de louca.
E nem que sua boca o amor profane.
Se, não sabem amar... Ame!
Ame... Ame muito e não reclame!
Até o dia em que as desilusões chegarem.
E você olhar para todos os lugares...
E não se encontrar.
Sente que enlouqueceu.
Não se desespere!
Calma, espere, comece a se procurar.
Nesse momento, eu lamento...
Mas, a chamarão de louca.
E nem que sua boca o amor profane.
Se, não sabem amar... Ame!
Ame... Ame muito e não reclame!
Até o dia em que as desilusões chegarem.
E você olhar para todos os lugares...
E não se encontrar.
Sente que enlouqueceu.
Não se desespere!
Calma, espere, comece a se procurar.
Nesse momento, eu lamento...
Mas, a chamarão de louca.
Não abre a boca!
Deixe... deixe...
E, mais uma vez, não se queixe.
O melhor da vida é se encontrar.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
O circo
E eu nem sabia.
Para participar da alegria
Entrei.
Para participar da alegria
Entrei.
Participei da estréia.
Virei platéia...
Virei platéia...
Bati palmas...
Num misto de incredibilidade
Num misto de incredibilidade
e encantamento...
Eu me envolvi.
Achei, tanta, graça...
Eu me envolvi.
Achei, tanta, graça...
Tanta, graça...
Mas, tanta, graça!
Que virei palhaça!
Nunca mais saí.
E no circo...
Que virei palhaça!
Nunca mais saí.
E no circo...
Eu vivi.
E, nele, eu morri.
E, nele, eu morri.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Rosa- dos- ventos

Quanto mais eu envelheço.
Quanto mais pareço, da vida, dispersar.
Ao tempo, nesse tempo, eu tento me agarrar.
Embora o tempo passe de forma, tão, breve...
Prometo deixar que me leve
Quando for o momento.
Serei a rosa- dos - ventos nos braços da morte.
Se eu tiver sorte, em sonhos, eu voarei.
E como rosa, no jardim do Horizonte, eu brotarei.
E para essa roda da vida, nessa roda gigante...
Nesse tempo gritante de loucura e brincadeira...
Retornarei na ventania ou na poeira.
E no silencio da madrugada...
Serei um sopro do que fui em vida.
Um pouco de tudo e, muito, do nada.
Quanto mais pareço, da vida, dispersar.
Ao tempo, nesse tempo, eu tento me agarrar.
Embora o tempo passe de forma, tão, breve...
Prometo deixar que me leve
Quando for o momento.
Serei a rosa- dos - ventos nos braços da morte.
Se eu tiver sorte, em sonhos, eu voarei.
E como rosa, no jardim do Horizonte, eu brotarei.
E para essa roda da vida, nessa roda gigante...
Nesse tempo gritante de loucura e brincadeira...
Retornarei na ventania ou na poeira.
E no silencio da madrugada...
Serei um sopro do que fui em vida.
Um pouco de tudo e, muito, do nada.
sábado, 22 de novembro de 2008
Análise
E eu estava, lá,
diante de Freud
E, na análise, eu o enlouquecia.
Perdida em momentos de euforia e tristezas incausadas.
Deitada sobre almofadas eu dizia:
-Sou um pequeno ser vivente nessa terra...
A ciência encerra o meu ser de forma precisa.
Cisma em dizer que descendo de bactérias.
Outros dizem que sou matéria.
E eu aprendi que sou resultante do amor.
E por falar em amor, abomino a desigualdade, a injustiça.
Perdida em momentos de euforia e tristezas incausadas.
Deitada sobre almofadas eu dizia:
-Sou um pequeno ser vivente nessa terra...
A ciência encerra o meu ser de forma precisa.
Cisma em dizer que descendo de bactérias.
Outros dizem que sou matéria.
E eu aprendi que sou resultante do amor.
E por falar em amor, abomino a desigualdade, a injustiça.
O desamor a qualquer preço!
Sou o avesso do mundo, a alegria.
E se, em meus dias, eu rio e choro...
É por que sei que, entre a vida e a morte, sou meteoro.
Sou o avesso do mundo, a alegria.
E se, em meus dias, eu rio e choro...
É por que sei que, entre a vida e a morte, sou meteoro.
Gostaria de viver de forma intensa.
Nada, além daqui, compensa.
Pois, tudo, é incerto!
Sei que no momento certo, eu partirei.
Das crenças me falaram, ensinaram!
Sim, eu sei!
Mas,do que eu aprendi...
Mas,do que eu aprendi...
Algumas coisas não tenho mais, tanta, certeza!
Vivo a beleza, aqui, de meus dias.
Com minhas tristezas e minhas alegrias.
Vivo a beleza, aqui, de meus dias.
Com minhas tristezas e minhas alegrias.
Mais nada!
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Perdidas ilusões
Não me chame de amor
Nem de meu bem.
Se o querer bem é ser assim.
Afaste de mim o seu querer.
Se sofrer é o que fascina.
Pensa que ama!
Não sabe amar... Amor não domina.
Não domina nada!
Não sabe nada... Nada, mais sabe!
E nem percebe que nada mais quero.
Que nada mais espero.
Tamanha dor!
Nem mesmo a flor que, tanto, amo.
Nem mais a quero, nem a reclamo.
Não quero nada, não sou mais nada!
Eu não sou sua!
Sei lá se fui.
Se, fui um dia!
Tamanha dor, minha agonia.
Sou de ninguém!
Vou mais além!
O que pensa que viveu...
E se, pensa que eu vivi...
Morreu... Morri!
Nem de meu bem.
Se o querer bem é ser assim.
Afaste de mim o seu querer.
Se sofrer é o que fascina.
Pensa que ama!
Não sabe amar... Amor não domina.
Não domina nada!
Não sabe nada... Nada, mais sabe!
E nem percebe que nada mais quero.
Que nada mais espero.
Tamanha dor!
Nem mesmo a flor que, tanto, amo.
Nem mais a quero, nem a reclamo.
Não quero nada, não sou mais nada!
Eu não sou sua!
Sei lá se fui.
Se, fui um dia!
Tamanha dor, minha agonia.
Sou de ninguém!
Vou mais além!
O que pensa que viveu...
E se, pensa que eu vivi...
Morreu... Morri!
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