Realmente, o que vale na vida são os bons momentos. Que você, Luís Eduardo, desfrute da vida todos os bons momentos.
Parabéns Luís!
Com carinho de todos nós Maraláxianos.
Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Luís Eduardo
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Ensaio para Dudu
Na festa, a emoção sua voz embargou.
E emocionado cantou para Luís Eduardo.
Nesses momentos a emoção leva a viagens distantes.
Ao encontro com pessoas que, da nossa vida, foram levadas antes.
Tudo isso faz a voz embargar!
E com isso eu me ponho a pensar...
Que a vida compensa
Pela alegria e ternura imensa desses momentos.
Com um ano de vida
Luís Eduardo bateu palmas ao ouvir a sua canção.
Inocente alegria misturada à emoção.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Rio Amazonas
Transbordante!
Com suas enchentes e vazantes.
Chegava com a força que impulsiona o bom caminho.
Que águas opostas vão se encontrando.
Seguindo fluxo diferente,
Em conhecimentos inundava!
E, depois... Sumia!
Sem perder a beleza ou causar desaponto.
Sem causar desengano!
Era apenas um encontro
De um imenso rio e um oceano.
domingo, 19 de julho de 2009
Domingo
Sempre há uma partida, uma dor.
Seja como for eu não gosto do domingo!
Fecha-se a porta e, na segunda, a esperança volta.
O trabalho é bendito e, nele, eu sufoco a minha dor e o meu grito.
Ele é, em minha vida, uma luz que ilumina com ternura.
Sufoca minha loucura, me penetra, é o que presta e me sustenta.
É o que me agüenta!
Ainda tenho minha Pasárgada, e quando não houver mais nada?
Quando esse lugar for embora?
Aí sim eu terei um domingo sem esperança, sem volta.
Aí sim, o domingo fechará a porta.
E como um domingo triste amanhecido, serei uma árvore morta.
Que desfolhe em mim, então, todo o meu ser.
E que todo o meu bem querer fique para a próxima folhagem.
Desnuda e muda esperando o outro verão.
Hoje é domingo, todos se vão!
E eu fico como folha caída, pela vida levada ao vento.
Mais um domingo, uma despedida...
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Pizzas nossas de cada dia
Tudo vai bem, tudo vai mal.
Nesse vai e vêm vão os pizzaiolos.
E chegam as pizzas temperadas com pré-sal.
Localizaram a pizza assada, no Planalto está a fornada!
A terra que sonhei é outra civilização.
Lá não tem pizzas, nem pizzaiolos.
Nem analfabeto e nem ladrão.
Todos pagam impostos, lá não tem corrupção!
Vou-me embora para essa Pasárgada.
Lá todos são iguais perante a lei.
Lá não tem Lula e nem Sarney.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Saudade me leva
Teria ficado melhor, não fosse a pessoa que filmava.
Foi a emoção. Sempre ...
MUITAS EMOÇÕES !
Portanto, tudo o que eu escrevesse aqui seria pouco,
diante do que você, e essa canção, representa para todos nós. Parabéns!
Que Deus o abençõe sempre.
Com carinho e eterna gratidão.
sábado, 11 de julho de 2009
Minha cura
Para expor a minha loucura.
Ou para não perder a minha lucidez.
Não fui aprisionada, nem por choque maltratada.
Meu vão diálogo é que foi desesperado.
E, sem resposta, como louca alcunhada.
Não sei representar.
No teatro da vida sou um fracasso como atriz.
Ou eu estou triste ou bem feliz.
E, feliz, eu sou louca, pela vida desvairada.
Já gritei, já falei e chorei desesperada.
Agora eu escrevo.
E não me atrevo a dizer que estou curada.
Dizem-me louca... Sou nada!
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Pesadelo
Medo da noite que se aproximava.
Como se monstros aparecessem
E quando sonhava...
Era a sala, o mesmo morto...
O mesmo homem!
Não lembrava o nome, mas era familiar.
A noite vinha com o silêncio tumular
E trazia com ela o medo.
No túmulo o segredo, a sala, o morto...
E nesse horto um homem!
No fechado sepulcro um nome.
No luto guardado...Culpados!
Como se, da morte, a criança tivesse participado.
E vinha a noite...
E trazia com ela o medo.
Do segredo da morte.