Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
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sexta-feira, 30 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Insônia
quinta-feira, 22 de março de 2012
Água que te quero ÁGUA
domingo, 18 de março de 2012
Tragédia em atos

Ele havia prometido:
daria fim a própria vida
depois de matá-la.
De que forma?
Não havia decidido!
De demônio vestido
tomaria a decisão.
Talvez a enforcasse
com as próprias mãos.
E, depois, daria fim
à vida.
Imagem- Google images
sábado, 3 de março de 2012
Auto retrato
Sou uma mistura
de alegria e tristeza...
Sou beleza
sou feiúra.
Sou um misto de tudo,
às vezes nada.
Sou madrugada quando anoitece,
noite quando amanhece
...Sou confusa!
Na reta sou obtusa.
Na direção sou a mão certa
na mão errada.
Sou a própria encruzilhada!
Tenho olhos grandes...
amendoados!
Profundos... muito profundos!
Como se minha alma fosse o mundo
e como se o mundo pudesse me enxergar assim...
Exatamente como ele é
e exatamente como eu sou:
Confusamente
confusos.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Poemas tristes
Meus poemas soam
tristemente.
Sou paisagem triste,
verde ausente...
em dias frios.
Sou rio!
Pelos meus olhos passam águas
e meu leito dissolve mágoas...
que me permite correr.
E, assim, tenho vivido...
de poemas tristes.
Cada vez mais tristemente!
E, no verde ausente,
sou mais uma flor
a morrer.
Crédito da imagem- Rui Pires
http://lamegoimage.blogspot.com
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Idade da razão
Enveredas pelo caminho da razão...
E eu pelo caminho do Nada.
Talvez eu morra amanhã...
e como louca serei lembrada.
Se a existência
vem antes da essência...
talvez a loucura
seja superior à sanidade.
A idade da razão...
que importa?
Estando morta...
NADA!
E eu pelo caminho do Nada.
Talvez eu morra amanhã...
e como louca serei lembrada.
Se a existência
vem antes da essência...
talvez a loucura
seja superior à sanidade.
A idade da razão...
que importa?
Estando morta...
NADA!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Poeta

O poeta escreve o que sente.
O que vem à mente, o que vai à alma.
Escreve desde pássaros que gorjeiam
às flores que floreiam os jardins.
De margaridas à orquídeas,
rosas à jasmins.
Em versos descreve a própria essência,
desde pequenas carências às maiores emoções.
E quando se cala, em introspecção,
busca explicação para o inexplicável.
E as questões se multiplicam...
E, silencioso, justifica
a inquietude dos pássaros,
as murchas flores nos jardins...
Desde jasmins às ROSAS.
Crédito da imagem- Google images
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Desencanto do silêncio

Meu querido,
sei que se encontra na solidão das palavras
e do entendimento...
e o meu lamento é esse, só esse:
o meu lamento é por você e por todos nós!
As coisas acontecem com tamanha velocidade...
Vejo uma cidade e um menino...
Um menino correndo e sonhando
e, sonhando, crescendo.
E me surpreendo
com o que faz o tempo.
E eu canto
o desencanto
do silêncio.
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