
Talvez Freud explicasse, caso voltasse. Não sei!
Só sei que, para os poucos homens que eu olhei, só a ti, eu procurei.
Pensei ter-te encontrado e algo de ti, foi-me roubado, enganei-me... enganaram-me. Eu sei!
De todos os jogos que me ensinaram e, comigo, brincaram, o que eu mais brinquei foi com o da verdade, da lealdade. E de todas as marcas, que me marcaram, a que mais marcou foi a dos sentimentos bons. E, disto, eu não abro mão.
E, tenho por paixão, a ilusão de sonhar.
E, nestes sonhos, ponho-me novamente a te procurar.
Nesta existência fugaz, o meu olhar adiante, a esperança traz .
Neste jeito criança, ainda, há crença!
E, de todas as mentiras a mim impostas, descrenças... Ainda, te procuro! E não apareces, nem mesmo, em minhas preces. Parei de rezar!
Mas, nunca, parei de te procurar.
E, quando, encontro alguém com teus traços, eu estendo os meus braços, querendo te abraçar.
Sinto a tua falta!
E eu sei, que não vou te encontrar.
Faz tempo, muito tempo, que te perdi.
Era criança, cresci!
E esta busca que me consumiu, ainda, consome. Eu sempre busquei em um homem... teus traços PAI.