Por incrível que pareça, esta não sou eu!... É a Cidóca ensaiando meus habibs irmãozinhos para uma apresentação na festa de 90 anos da Tia Linda. Olhem como eles gritam "bunidinho": Farideeeeee!!!
Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
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quinta-feira, 13 de março de 2008
quarta-feira, 12 de março de 2008
Era lobo... que judiação!
Vi um vivente, era um cordeiro.
Passou depressa, muito ligeiro!
Veio a galope, montado em pelo.
E com deszelo, deixou cair
A sua máscara de pelo bom.
Caiu na grama, sujou o chão!
Passou depressa, veio a galope.
Saiu correndo, triscando o chão.
Não era gente, não era ovelha.
Era um lobo... que judiação!
terça-feira, 11 de março de 2008
O lenhador e a flor
Era uma vez uma floresta e um lenhador.
Na floresta havia árvores e havia flor.
O lenhador tinha um machado mal encabado,
Na floresta havia árvores e havia flor.
O lenhador tinha um machado mal encabado,
de cabo curto mas, muito, afiado!
Ele tinha um olhar cansado e cheirava a suor.
E o pior é que não distinguia o mal que fazia
e causava dor.
Cortava árvores sem piedade.
Mas, na verdade, matava a flor.
Até que um dia, cortou uma árvore.
E, nesta árvore, havia um ninho.
E o passarinho desalojou.
O passarinho piou, piou...
Piou... piou...
Ele tinha um olhar cansado e cheirava a suor.
E o pior é que não distinguia o mal que fazia
e causava dor.
Cortava árvores sem piedade.
Mas, na verdade, matava a flor.
Até que um dia, cortou uma árvore.
E, nesta árvore, havia um ninho.
E o passarinho desalojou.
O passarinho piou, piou...
Piou... piou...
Rodopiou!
E, de repente, da flor
E, de repente, da flor
viu a semente.
Botou no bico, voou... voou!
E em um lugar distante
Botou no bico, voou... voou!
E em um lugar distante
... a flor brotou.
domingo, 9 de março de 2008
Lágrimas azuis
Estava lá e chorava.
Perguntei então, o porquê das lágrimas.
Continuou chorando e... nada!
Desejei, por um momento, o seu canto.
Para fazer do seu pranto, o meu consolo.
Vi do seu olho dois snifs que rolavam.
Em sua volta, estrelas cintilavam.
Em um imenso azul elas estavam
Perguntei então, o porquê das lágrimas.
Continuou chorando e... nada!
Desejei, por um momento, o seu canto.
Para fazer do seu pranto, o meu consolo.
Vi do seu olho dois snifs que rolavam.
Em sua volta, estrelas cintilavam.
Em um imenso azul elas estavam
... Salpicadas!
Surpresa e em sentimentos dúbios,
com minhas incertezas, eu fiquei.
Surpresa e em sentimentos dúbios,
com minhas incertezas, eu fiquei.
... Mergulhada!
Não podia fazer nada.
Calado, você chorava.
Triste eu fiquei
Não podia fazer nada.
Calado, você chorava.
Triste eu fiquei
... na ausência da sua fala.
Perdida em meus sentimentos.
E por um momento, da minha vida,
Perdida em meus sentimentos.
E por um momento, da minha vida,
excluí-lo eu pensei.
Já era madrugada!
Não podia fazer nada
Já era madrugada!
Não podia fazer nada
... Deitei!
E, em águas profundas,
E, em águas profundas,
em um azul de lágrimas,
sem nenhuma estrela
sem nenhuma estrela
... Eu mergulhei!
sábado, 8 de março de 2008
Uma Rosa de verdade

As rosas não calam.
Quando chegam, o impetuoso perfume,
em forma de fala, elas exalam.
Rosas falam!
Eu conheci uma Rosa, de verdade!
Era bonita, sábia, honesta...
Quando chegam, o impetuoso perfume,
em forma de fala, elas exalam.
Rosas falam!
Eu conheci uma Rosa, de verdade!
Era bonita, sábia, honesta...
Engraçada!
Às vezes eu vejo que, eu tenho muito dela!
E dela eu me pinto...
Às vezes eu vejo que, eu tenho muito dela!
E dela eu me pinto...
Atrapalhada!
Passo batido em algumas descrenças.
Na vida eu relevo supostas ofensas.
Finjo não ver e, ainda, peço desculpas.
E quando culpada de algo que eu nem fiz.
Mesmo assim eu brinco de feliz.
Rosas não são todas iguais.
Eu conheci uma Rosa, de verdade!
Ela era, muito, especial.
Qual a cor que ela tinha?
Prefiro não dizer...
Porque a última cor que, dela, eu vi...
Era triste e me fez sofrer.
No jardim da minha vida.
Ela foi a Rosa mais colorida.
De olhos azuis da cor do infinito.
Ainda, hoje, espelho-me neles, vale a pena!
Desta Rosa eu sou a Rosa pequena.
Ela era muito engraçada.
Das Rosas a mais sábia.
A mais atrapalhada!
Ela era uma Rosa...
Passo batido em algumas descrenças.
Na vida eu relevo supostas ofensas.
Finjo não ver e, ainda, peço desculpas.
E quando culpada de algo que eu nem fiz.
Mesmo assim eu brinco de feliz.
Rosas não são todas iguais.
Eu conheci uma Rosa, de verdade!
Ela era, muito, especial.
Qual a cor que ela tinha?
Prefiro não dizer...
Porque a última cor que, dela, eu vi...
Era triste e me fez sofrer.
No jardim da minha vida.
Ela foi a Rosa mais colorida.
De olhos azuis da cor do infinito.
Ainda, hoje, espelho-me neles, vale a pena!
Desta Rosa eu sou a Rosa pequena.
Ela era muito engraçada.
Das Rosas a mais sábia.
A mais atrapalhada!
Ela era uma Rosa...
De verdade!
sexta-feira, 7 de março de 2008
O caçador de pipas
Quem já leu o caçador de pipas de Khaled Hosseini sabe o quanto é bom.
Bom para pensarmos sobre a vida no Afeganistão.
Duas crianças: Amir e Hassan, um relacionamento envolvente do começo ao fim. Comovente!
O filme está aí para quem quiser assisti-lo. Mas, o livro é bem melhor, mais completo.
Gostei da definição de pecado, de acordo com baba, pai de Amir.
Quando ele diz que, só existe um pecado. Apenas um!
Esse pecado é o de roubar.
Qualquer outro pecado é apenas uma variante do roubo.
- Quando você mata um homem, está roubando uma vida.
- Está roubando da esposa o direito de ter um marido.
- Roubando dos filhos, o direito de ter pai.
- Quando mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade.
- Quando trapaceia, está roubando o direito à justiça.
-Não há ato mais infame do que roubar, ele diz a Amir.
Um homem não se apropria do que não é seu, seja uma vida ou uma fatia de naan...
Definiu o pecado de uma forma que, impressionou-me e muito!
Realmente o roubar engloba tudo.
Leiam o livro e aproveitem para chorar, caso queiram!
Assistindo o filme não esqueçam, além da pipoca, levem o lencinho de papel. Para as mulheres, aviso importante:
-Sem maquiagem, por favor!
Porque vai borrar!
Bom para pensarmos sobre a vida no Afeganistão.
Duas crianças: Amir e Hassan, um relacionamento envolvente do começo ao fim. Comovente!
O filme está aí para quem quiser assisti-lo. Mas, o livro é bem melhor, mais completo.
Gostei da definição de pecado, de acordo com baba, pai de Amir.
Quando ele diz que, só existe um pecado. Apenas um!
Esse pecado é o de roubar.
Qualquer outro pecado é apenas uma variante do roubo.
- Quando você mata um homem, está roubando uma vida.
- Está roubando da esposa o direito de ter um marido.
- Roubando dos filhos, o direito de ter pai.
- Quando mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade.
- Quando trapaceia, está roubando o direito à justiça.
-Não há ato mais infame do que roubar, ele diz a Amir.
Um homem não se apropria do que não é seu, seja uma vida ou uma fatia de naan...
Definiu o pecado de uma forma que, impressionou-me e muito!
Realmente o roubar engloba tudo.
Leiam o livro e aproveitem para chorar, caso queiram!
Assistindo o filme não esqueçam, além da pipoca, levem o lencinho de papel. Para as mulheres, aviso importante:
-Sem maquiagem, por favor!
Porque vai borrar!
quarta-feira, 5 de março de 2008
Cata- ventos

O vento às vezes é forte e procuramos abrigos.
Que, nem sempre abrigam.
Cata-ventos!
Que, nem sempre abrigam.
Cata-ventos!
Isso!
... Vou construí-los, muitos deles!
Todos enormes.
Todos enormes.
Coloridos!
Como se, de repente, um jardim...
Como se, de repente, um jardim...
Deles, ficasse florido.
Transformarei ventos em energia.
Captarei água de todo e qualquer pranto.
Agradecerei e me apegarei ao dileto santo.
Das lágrimas, eu farei uma fonte.
Onde jorrará água para um rio.
E, no rio terá uma ponte de paz e de alegria.
Que, em sintonia com a alegria, eu poderei passar.
E as plantas do jardim da Rosa, irrigar.
E, tudo, ficará perfeito.
Poderei ver direito o colorido da ventania.
Os cata-ventos girando... girando... girando...
Todos, muito bem coloridos, como pirulitos floridos.
O vento passando e, todos, em festa dançando.
Zonzos, girando... girando... girando...
Transformarei ventos em energia.
Captarei água de todo e qualquer pranto.
Agradecerei e me apegarei ao dileto santo.
Das lágrimas, eu farei uma fonte.
Onde jorrará água para um rio.
E, no rio terá uma ponte de paz e de alegria.
Que, em sintonia com a alegria, eu poderei passar.
E as plantas do jardim da Rosa, irrigar.
E, tudo, ficará perfeito.
Poderei ver direito o colorido da ventania.
Os cata-ventos girando... girando... girando...
Todos, muito bem coloridos, como pirulitos floridos.
O vento passando e, todos, em festa dançando.
Zonzos, girando... girando... girando...
Vou morrer de rir do efeito da ventania.
Que, passa!
E, o vento todo sem graça, sem saber qual é a graça.
segunda-feira, 3 de março de 2008
sábado, 1 de março de 2008

Como um cão, pacientemente te esperei.
Como eles, pacientemente aqui estou.
Com instinto animal, eu poderei surtar.
Atacar, revidar!
Como eles, pacientemente aqui estou.
Com instinto animal, eu poderei surtar.
Atacar, revidar!
Mas, eu não surtarei.
Não atacarei, nem revidarei.
Agirei sempre de forma branda.
Apesar das explosões, falo sempre com o coração.
Mas ontem, quando te esperava...
Era de uma forma ardente.
Meio que sorrindo... Um sorriso quente.
Lindo!!!
E se fosse realmente um cão...
Envolver-te-ia com minhas patas.
Beijar-te-ia com loucas lambidas.
Não atacarei, nem revidarei.
Agirei sempre de forma branda.
Apesar das explosões, falo sempre com o coração.
Mas ontem, quando te esperava...
Era de uma forma ardente.
Meio que sorrindo... Um sorriso quente.
Lindo!!!
E se fosse realmente um cão...
Envolver-te-ia com minhas patas.
Beijar-te-ia com loucas lambidas.
Afagar-te- ia!
Acenaria, pularia em ti!
Derrubar-te-ia com as patas dianteiras.
Bateria com elas em teu peito.
Derrubaria o que estivesse ao teu lado
Com meu rabo, todo, estabanado.
Impetuosamente, estabanadamente.
Mas, te derrubaria!
... E rolaríamos pelo chão.
E docemente, eu apoiaria meu focinho em teu peito.
E ficaria assim por longos minutos.
Em êxtase!
Apenas como os animais conseguem.
Apenas como os cães.
Acenaria, pularia em ti!
Derrubar-te-ia com as patas dianteiras.
Bateria com elas em teu peito.
Derrubaria o que estivesse ao teu lado
Com meu rabo, todo, estabanado.
Impetuosamente, estabanadamente.
Mas, te derrubaria!
... E rolaríamos pelo chão.
E docemente, eu apoiaria meu focinho em teu peito.
E ficaria assim por longos minutos.
Em êxtase!
Apenas como os animais conseguem.
Apenas como os cães.
(outubro de 2007)
Esta foto é de um dos nobres seres da minha vida.
Esta foi e sempre será a minha fiel e inesquecível amiga Julie.
Saudades!
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