Dizes-me que escrevo melhor quando triste.
Mas a tristeza que hoje em mim existe,
desfaz a beleza que viste no céu salpicado
por tantas estrelas e por mim já iluminado.
Já fui uma delas!
Consegues encontrá-las neste céu anuviado?
Consegues vê-las?
Procure-me entre as inquietas estrelas.
Procure-as pra mim!
Procure por mim.
Devolva-me sim - uma Estrela.
Se conseguires ao céu devolvê-la
e não vires nela o mesmo brilho
no cintilar que hoje existe,
olhe pro céu e leia!
É um poema triste.
Sou eu- sua estrela.
Maraláxia é um lugar divino, de pessoas com coração bom e terno. Na Maraláxia tem um templo há muito consagrado. É um templo de amor. É o nosso Templo! As postagens deste blog são de minha autoria. Quando não eu direciono a origem das mesmas. Este é um cantinho que surgiu com muito carinho. Espero que gostem e curtam comigo. É bom partilhar com vocês minhas reais loucuras. Bem- vindos!
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sábado, 28 de julho de 2007
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Deus, salva-nos!
"Quando viajo, entrego a Deus" - disse o nobre soberano.
Excelência suprema de fé cristã e moralidade civil do nosso país. Independente de toda experiência que ele tem, agora ele apela a Deus para resolver problemas. Ele expõe suas intimidades, seus medos publicamente.
Sempre bonito e louvável este palavreado simplório, esta descida a níveis populares. E seria louvável mesmo! Contanto que subisse ou percebesse as escalas das reais razões que o fizeram soberano.
Mas, só seguindo as instruções do chefe, afinal ele é o chefe e assim ele faz. Entreguemos à Deus! Só ele mesmo para solucionar esta desordem.
Ótimo! Não precisamos mais de governantes, temos o maior, nosso Deus! Qualquer coisa, nós apelamos a ele.
Uma semana equivale a uma vida, disse "Churchil"
Quanto será que equivale, quatro anos, seis meses e vinte e cinco dias?
Quantas vidas mesmo?
"Do sublime ao ridículo há apenas um passo" e se Napoleão aqui aparecesse, com certeza não agüentaria e ao partir daqui, provavelmente diria:
- Do ridículo ao sublime, há léguas e léguas. Muitas léguas!
Aspira a popularidade, "nobre soberano", e nós aspiramos a justiça! Mas, se for para apelarmos a justiça divina, realmente... você, não serve pra nada!
Pra mim não!
Ah!!! Antes que eu me esqueça:
- Não use o Santo nome em vão.
Porque Ele tem tantas e tantas preces a atender. E você quer saber quais?
Pense, se você conseguir, ou tiver a sensibilidade de sentir. Pense!
Excelência suprema de fé cristã e moralidade civil do nosso país. Independente de toda experiência que ele tem, agora ele apela a Deus para resolver problemas. Ele expõe suas intimidades, seus medos publicamente.
Sempre bonito e louvável este palavreado simplório, esta descida a níveis populares. E seria louvável mesmo! Contanto que subisse ou percebesse as escalas das reais razões que o fizeram soberano.
Mas, só seguindo as instruções do chefe, afinal ele é o chefe e assim ele faz. Entreguemos à Deus! Só ele mesmo para solucionar esta desordem.
Ótimo! Não precisamos mais de governantes, temos o maior, nosso Deus! Qualquer coisa, nós apelamos a ele.
Uma semana equivale a uma vida, disse "Churchil"
Quanto será que equivale, quatro anos, seis meses e vinte e cinco dias?
Quantas vidas mesmo?
"Do sublime ao ridículo há apenas um passo" e se Napoleão aqui aparecesse, com certeza não agüentaria e ao partir daqui, provavelmente diria:
- Do ridículo ao sublime, há léguas e léguas. Muitas léguas!
Aspira a popularidade, "nobre soberano", e nós aspiramos a justiça! Mas, se for para apelarmos a justiça divina, realmente... você, não serve pra nada!
Pra mim não!
Ah!!! Antes que eu me esqueça:
- Não use o Santo nome em vão.
Porque Ele tem tantas e tantas preces a atender. E você quer saber quais?
Pense, se você conseguir, ou tiver a sensibilidade de sentir. Pense!
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Hard?
Como ser "soft", se a cada dia, um sobressalto?O engraçado é este pasmar, próprio do ser humano, misturado ao sabor estranho de exploração de tragédias e assim é a sucessão de fatos terríveis e um apurado descaso ou falta de atitudes concretas de nossos governantes.
Dispersos em perdas, temerosos ficamos, enclausurados dentro de nossas próprias muralhas. Qual a virtude ou a vantagem de sermos honestos e cumprirmos todas as leis a nós impostas? Cadê o amor à Pátria e a todos nós?
Por motivos variados e um deles é a abertura indiscriminada de faculdades, profissionais em excesso em determinadas regiões, saem à procura de trabalho em outros lugares e para isso usam os meios de transportes.
Caos em aeroportos, rodoviárias lotadas, estradas danificadas!
Quem quer e precisa trabalhar não consegue. Mesmo pagando pedágio, as rodovias são péssimas! Lembrando Rousseau, eu diria mais ou menos assim:
-Se eu tivesse que escolher o lugar de meu nascimento, teria escolhido exatamente onde nasci, embora hoje também, tenham corrompido a pequena Maraláxia, mas eu queria ter nascido em um país em que o “soberano” e o povo só pudessem ter um único interesse, a fim de que os movimentos da máquina tendessem sempre unicamente à uma felicidade comum e não a fim de interesses de "alguns".
Se eu pudesse ter escolhido... assim eu escolheria.
-Eu quisera viver e morrer livre, ser submetida às leis necessárias, mas que nem eu e nem ninguém pudesse sacudir o honroso jugo que as cabeças mais altivas carregam. Quisera que ninguém pudesse dizer acima da lei, ou que fizesse a própria lei.
Queridos soberanos, que os discursos não fiquem apenas no campo das idéias.
Pois bem, meus caros governantes, meus soberanos queridos, nesta pátria amada, neste país fértil e imaculado, há uma nuvem negra no céu, algo manchado, estraçalhado!
Na terra, estradas inacabadas, danificadas e pessoas desesperadas, inseguras, desempregadas!
Quisera gozar de todos os bens desta pátria amada!
Quisera trabalhar sem ter saído deste meu lugar, sem precisar viajar.
Peço-vos a penetrar, todos vós "soberanos", no fundo do vosso coração e a consultar a voz secreta da vossa consciência.
E mais:- Não culpem um ausente como sendo o causador de tamanha tragédia. Por favor!
terça-feira, 24 de julho de 2007
Friedrich Nietzsche
Olhem!
" Nietzsche " disse assim:
- " Atrás de uma máscara não há apenas maldade. Quanta bondade há na astúcia!
Eu podia imaginar que alguém que tivesse de esconder algo precioso e de vulnerável rolasse pela vida, grosseiro e redondo como uma verde e velha pipa de vinho, de pesados aros. A matreirice do seu pudor assim o exige. Para um homem dotado de profundo pudor, os destinos e as decisões delicadas escolhem caminhos por onde poucas pessoas transitaram e de cuja existência nem os seus mais íntimos confidentes devem ter conhecimento. Deles se escondem tanto o seu perigo de vida como a sua reconquistada segurança vital. Um homem assim escondido que, por instinto, precisa da palavra para se calar e silenciar, que é inesgotável nos meios de velar seu pensamento, quer e favorece que uma sua máscara o substitua no coração e no espírito dos seus amigos. Contudo, admitindo que não o queira, aperceber-se-á um dia de que, apesar de tudo, só se conhece dele uma máscara e que é bom que assim seja.Todo espírito profundo necessita de uma máscara.
Eu diria mais: ao derredor de todo espírito profundo cresce incessantemente uma máscara, graças a interpretação sempre falsa, melhor dizendo, superficial de cada palavra, de cada passo, de cada sinal de vida que dele sai."
" Nietzsche " disse assim:
- " Atrás de uma máscara não há apenas maldade. Quanta bondade há na astúcia!
Eu podia imaginar que alguém que tivesse de esconder algo precioso e de vulnerável rolasse pela vida, grosseiro e redondo como uma verde e velha pipa de vinho, de pesados aros. A matreirice do seu pudor assim o exige. Para um homem dotado de profundo pudor, os destinos e as decisões delicadas escolhem caminhos por onde poucas pessoas transitaram e de cuja existência nem os seus mais íntimos confidentes devem ter conhecimento. Deles se escondem tanto o seu perigo de vida como a sua reconquistada segurança vital. Um homem assim escondido que, por instinto, precisa da palavra para se calar e silenciar, que é inesgotável nos meios de velar seu pensamento, quer e favorece que uma sua máscara o substitua no coração e no espírito dos seus amigos. Contudo, admitindo que não o queira, aperceber-se-á um dia de que, apesar de tudo, só se conhece dele uma máscara e que é bom que assim seja.Todo espírito profundo necessita de uma máscara.
Eu diria mais: ao derredor de todo espírito profundo cresce incessantemente uma máscara, graças a interpretação sempre falsa, melhor dizendo, superficial de cada palavra, de cada passo, de cada sinal de vida que dele sai."
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Cecília Meireles pra vocês
Murmúrio
" Traze-me um pouco das sombras serenas
que as nuvens transportam por cima do dia!
Um pouco de sombra, apenas,
- vê que nem te peço alegria.
Traze-me um pouco da alvura dos luares
que a noite sustenta no teu coração!
A alvura, apenas, dos ares:
- vê que nem te peço ilusão.
Traze-me um pouco da tua lembrança,
aroma perdido, saudade da flor!
- Vê que nem te digo - esperança!
- Vê que nem sequer sonho - amor! "
" Traze-me um pouco das sombras serenas
que as nuvens transportam por cima do dia!
Um pouco de sombra, apenas,
- vê que nem te peço alegria.
Traze-me um pouco da alvura dos luares
que a noite sustenta no teu coração!
A alvura, apenas, dos ares:
- vê que nem te peço ilusão.
Traze-me um pouco da tua lembrança,
aroma perdido, saudade da flor!
- Vê que nem te digo - esperança!
- Vê que nem sequer sonho - amor! "
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Amigos... de verdade!

Com você, eu aprendi os mais nobres sentimentos.
Acredito que recebi muito mais do que eu lhe dei.
De você, eu recebi os mais eloqüentes afagos,
os mais belos " sorrisos ", os maiores acenos.
Senti o seu sincero afeto em “ beijos ” molhados,
em suas suaves e eloquentes lambidas.
Fez-se minha sombra, sempre a minha espera
ou a minha procura.
Quando a vi mutilada, morrendo... Puxa vida, Julie!
Senti a impossibilidade de ser, senti-me nada!
Perder pessoas, perder carinhos, perder amores,
perder amigos... perder você!
Continuar caminhos apenas.
De tudo que eu já vivi, de tudo que eu já perdi...
tenho a certeza de que valeu a pena ter tido você
e que valeu muito o que com você, eu aprendi.
Viverei muito, fluirei sorrisos, fluirei lembranças.
Mas, jamais a esquecerei.
Hoje, eu não poderia deixar de falar de você.
Saudades de você minha amiga querida.
Plantei-a no meu jardim e nele você viverá para sempre.
Eu também a amei, muito!
Amigos
Querido amigo,
mesmo distante, eu ofereço meu colo.
Venha aqui...
Ofereço meu colo, meu carinho.
Deixe-me embalá-lo
em meus distantes braços.
Deixe-me ouvi-lo baixinho,
ou gritar bem alto.
Venha aqui no meu ninho.
Venha!
Calarei sua dor, falaremos de amor.
Venha aqui... Venha!
Eu sou sol, posso aquecê-lo.
Posso ser lua também, basta querê-lo.
E você me abraça e eu te embalo.
E ficaremos assim, amigos loucos.
Sufocarei meus gritos roucos.
E como loucos felizes.
Felizes roucos.
Felizes loucos.
Contidos gritos.
Amigos loucos.
Embalar-nos-emos. Quer?
Quer ser meu amigo?
Ser também meio louco?
Ser louco comigo?
Louco amigo?
Venha... Venha aqui comigo!
Estou aqui!
Eu sempre estarei aqui.
Porque eu fui,sou
e sempre serei sua amiga.
Abraços a todos vocês...
Meus amigos!
mesmo distante, eu ofereço meu colo.
Venha aqui...
Ofereço meu colo, meu carinho.
Deixe-me embalá-lo
em meus distantes braços.
Deixe-me ouvi-lo baixinho,
ou gritar bem alto.
Venha aqui no meu ninho.
Venha!
Calarei sua dor, falaremos de amor.
Venha aqui... Venha!
Eu sou sol, posso aquecê-lo.
Posso ser lua também, basta querê-lo.
E você me abraça e eu te embalo.
E ficaremos assim, amigos loucos.
Sufocarei meus gritos roucos.
E como loucos felizes.
Felizes roucos.
Felizes loucos.
Contidos gritos.
Amigos loucos.
Embalar-nos-emos. Quer?
Quer ser meu amigo?
Ser também meio louco?
Ser louco comigo?
Louco amigo?
Venha... Venha aqui comigo!
Estou aqui!
Eu sempre estarei aqui.
Porque eu fui,sou
e sempre serei sua amiga.
Abraços a todos vocês...
Meus amigos!
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Este escrito é pra você meu amigo.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Beija-flor rosa
Beija-flores que não voaram,
e que do néctar não provaram.
Beija- flores que retornaram
ao jardim que polinizaram.
Beija-flores de coração acelerado,
que apressados batem a mil por minuto
e depois param para sonhar.
Pairam no ar!
Dentre os pássaros, tem o maior coração.
Eu também sou beija-flor, sou pura emoção.
Meu viver é veloz e em meu jardim eu agito.
Polinizo a minha alegria e meu calar é um grito.
Eu não paro, corro e também vôo.
Eu vôo alto em meus loucos sonhos.
Preciso da água renovada a cada dia,
para transbordar minha vida em alegria.
Da minha família, eu sou a polinizadora.
De um lado a outro eu levo o pólen da energia.
Nos jardins da vida, vou semeando minha alegria.
Sou beija-flor, eu semeio o amor.
Meu ninho tem todas as cores, é lindo!
Sonhei um ninho assim, como um arco-íris.
Ele é iridescente como o meu vestir contente.
Nele, eu uso flores coloridas ao falar da vida.
As flores do meu ninho,
são presas com delicados fios de aranha.
E é esta artimanha que meu aninhar assanha.
E eu vôo bem alto!
Beijo e beijo flor, pra falar de amor.
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Minhas poesias-Maraláxia.
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Vôo pro infinito
Felizes os que crêem!
A Maraláxia triste silencia.
Deve ter um vôo das nuvens pro infinito.
Eu quero crer que tenha um lugar pleno,
muito mais bonito.
Que não tenha falha humana.
Que não seja preciso esperar em aeroportos,
e que estes nossos governantes corruptos,
em outro lugar, bem longe, estejam mortos.
E que as pistas do nosso infinito, sejam boas.
Que não haja chuva ruim, nem garoa.
Que realmente haja este lugar eterno,
bem longe deste nosso inferno.
E que um dia, seremos todos, muito felizes.
Eu quero crer!
A Maraláxia triste silencia.
Deve ter um vôo das nuvens pro infinito.
Eu quero crer que tenha um lugar pleno,
muito mais bonito.
Que não tenha falha humana.
Que não seja preciso esperar em aeroportos,
e que estes nossos governantes corruptos,
em outro lugar, bem longe, estejam mortos.
E que as pistas do nosso infinito, sejam boas.
Que não haja chuva ruim, nem garoa.
Que realmente haja este lugar eterno,
bem longe deste nosso inferno.
E que um dia, seremos todos, muito felizes.
Eu quero crer!
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