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segunda-feira, 14 de julho de 2008

Acaba a poesia

Nada

Acaba o ano, voam os dias.
E com eles, algumas poesias.
Sonhos desfraldados ao vento
No fragmentado tempo.
Nenhuma alegria
Nenhum lamento.
Nada!

A madrugada fica vazia.
E a noite, tão quente, fica fria.
Acaba a poesia.
Acaba!

Textos inacabados.
Livros começados.
Nenhuma tristeza.
Nenhuma alegria.
Nenhuma poesia.
Nada!

5 comentários:

Anônimo disse...

Voltou!
E nao vai parar de poetar, vai?
Saudades de ler Mara. MP

Anônimo disse...

Didi, passei por aqui hoje.... estava com saudades! Quando vc vem nos visitar? Saudades e mil beijos, Ana.

Gataláxia disse...

Mês que vem!
Bjs

Anônimo disse...

Percebo que quando vc está "de bode", escreve melhor. Adoro ler vc assim.
Amarildo Fontana

Gataláxia disse...

Que termo mais estranho... " de bode ", não entendi! Disto eu não estou, creio que não.
Bom dia!