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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Simplesmente despida

Se viver não é cumprir nenhum destino...
Vivo em desatino com a própria vida!
Chamam-me louca, eu não entendo.
Não compreendo a hipocrisia, a meia verdade.

A honestidade há de me acompanhar
até o fim de meus dias.
Haverei de chorar de alegria
e gritar bem alto a minha indignação.

Haverei de mostrar meus reais sentimentos,
como sempre tenho mostrado.
E que choque hipócritas vestidos de santos!

Haverei de rasgar o meu manto
até o dia em que eu morrer.
E assim, despida, mostrar o meu ser.



Crédito da imagem- Google images

7 comentários:

Henrique Pedro disse...

Maraláxia!Maravilha!

D. Garcia disse...

Despe-se com coragem apenas os fortes; aqueles que jamais se renderão diante da falsidade confortável dos convenientes.
Porque me desconforta a hipocrisia dos que mudam de opinião com o bafejar dos ventos, para satisfazer puramente a interesses exclusivos e mesquinhos.

Lindo poema! Palavras que alentam! Esse deve ser o lema dos que carregam consigo a fortaleza de um coração puro e um espírito benfazejo. Parabéns!
Beijo.
Daniel

Mariazita disse...

Com a hipocrisia e falsidade que reinam na sociedade, é natural que sejam considerados loucos os que se atrevem a ser sinceros e verdadeiros.
Oxalá os "loucos" sejam muitos e se conservem assim, despidos de falsidade, ainda que contra tudo e contra todos.
Belíssimo poema.

Beijinhos

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Querida amiga

E que assim seja,
para a vida
ser vista
de modo pleno
com suas mais
preciosas cores.


Que haja sempre um sonho
a nos habitar o entardecer do dia.

Aluísio Cavalcante Jr.

Nilson Barcelli disse...

Este teu poema, pelo que conheço de ti, é muito autobiográfico. Na verdade, não és nada hipócrita, antes pelo contrário, porque nem sequer entendes a meia verdade.
Achei o teu poema excelente.
Fátima, minha querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijo.

hesseherre disse...

Ponha uma roupinha na coitada, Fá, antes que ela pegue uma pneumonia ou ar nas partes...

O Profeta disse...

Este pensador, viajeiro entre Sois
Esta Ave pousada em mil embarcações
Esbarco que passa sem vela ou remo
Esta arca repleta de vibrantes emoções

Esta mestiça flor de açafrão
Este ramo de espinhos cravados na mão
Esta alma que não ousa largar opinião
Este homem vestido de solidão

Doce beijo