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sexta-feira, 25 de abril de 2008

Céu que te quero céu

Céu claro, em sabedoria tu és profundo.
E, neste mundo, te vejo escuro.
O obscuro me assusta.

Contemplo-o neste tempo de horror.
E com tal dor, ainda, em ti espero.
Na imensidão de teu ser, sou todo querer.

Aquietas, sob nuvem pesada.
No lugar do azul, deixaste uma luz apagada.
Na terra, também faz deserto.
E, neste momento incerto que rodeia,
algo incendeia a minha alma.

Incalma, desejo elevar-me às alturas.
E, com doçura, respeitar o teu espaço.
E na inocência deste sentido
Carrego esta esperança comigo.

Imenso azul salpicado de estrelas...
Serás céu sempre, mesmo no ausente.
Nossas dores são comuns, anseios todos.
Insatisfações pessoais!
Sei que sob ti, pairam nuvens iguais.

Tu tentaste chegar até elas
Eu tentei chegar a ti.
Pura inércia!
Não desfizeste tuas nuvens
Em remotas paragens, eu vi.

Flutuei!
Viajei em pensamento.
E, neste firmamento, tentei aproximar-me de ti.
E por te querer, te perdi.

2 comentários:

Anônimo disse...

Muito bonito;a cada dia aprimora seu escrito.Parabéns menina!
MP

Gataláxia disse...

Aprimoro o escrito quando dilacera o meu coração. A minha alma incalma, sempre fala! Obrigada!