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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Dos prazeres da carne


Ela o esperava nua em pelo,
com cabelos esvoaçados
e sorriso quase infantil.
E naquele olhar pueril
ele mergulhava.
Deixando-se beijar,
beijava.
Perdido em amores,
ele esquecia pudores
contidos naquele terno.
Era a erupção de um vulcão ao calor
do doce inferno,
culminando com uma explosão luminosa.
Balançando flores,
desfolhava rosas.
Caindo... caindo... caindo...
em um abismo profundo.
Depois do maior grito do mundo,
urrado de prazer.

13 comentários:

hesseherre disse...

Saiu a versão brasileira da aFundação? Podias ter ilustrado pelo menos com filé mignon...carne mais nobre e apropriada ao ato...
Beijos e um bom fim de semana tia, estou com saudades...Cana.
Linda poesia...iluminastes bem os meandros das duas carnes...
À censura, à censura...

Fátima disse...

he,he... Dr. Sérgio...
quis assinar como Ana, né?
Quanto ao filé, não creio ser uma carne mais apropriada para a postagem, carne tem que ter fibra!
Filé pra quê?
Pode ser um contra?
Bom dia a todos!
Com carinho
da
Fátima

tecas disse...

Querida Fatinha, este prazer...
é para fazer
é para comer
é para doer
é para viver
e dar a saber
que existe mais do que um prazer da carne.
Fabuloso. Entrou brilhantemente no poema.
Bjito e uma flor.

Catia Bosso disse...

Lindo poema!!! Gostei muito e viajei nele...


bjsss meusss

Catita

C. disse...

Miga rosa,

da carne da foto nao tenho prazer em degustar, nao como há anos,
mas os da carne do texto, hummmm

Adoro doce de abóbora com côco,
me deu saudade...

Te adoro, rosinha Rosa!

Álvaro Lins disse...

Adorei a "carne" do poema!
Bjo

Graça Pires disse...

Da sensualidade e do prazer...
Beijos.

hesseherre disse...

Agora que fazer com esta carne toda?...Assada, vermifugada, em trouxas de roupa, em tiras de HQ, funil de passar café, ração de cachorro, o que fazer com esta Carnualha, my God?...
Um beijito e um arroto de Fátima - a Santa, claro...
Censura....censura...

Fátima disse...

Não há censura pra brincadeira
e pra loucura.
Doravante escreverei só coisas loucas.
Ilustrarei com ilustrações bem malucas.
Quero mais é que chamem-me louca
caduca.
To nem aí!
com carinho
Fátima

Anônimo disse...

Didiiiiiiiiiiiiiiii............ quanta loucura nesse poema! Bonito, diferente, irreverente..... ¨que nem vc¨! Parabéns, saudades e beijos a todos!
Ana.

hesseherre disse...

GOSTEI!....
Adorei esta tua resolução, querida Fátima, é isto mesmo....e vais te divertir bastante...cai na estrada, focaliza o lado ridículo da vida, que também dá poesia...e como!

N. Barcelli disse...

Não é fácil cantar os prazeres da carne. Sejam eles da mesa ou da cama... mas o teu magnífico poema conseguiu-o, sem cair na linguagem banal.
Gostei muito.
Querida amiga Fátima, tem um bom Domingo.
Beijo.

Runa disse...

Prefiro a carne do poema, à da imagem. É viva, palpitante e faz crescer água na boca... :)

Beijos

Runa