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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Gorda

Era gorda.
Não passava na porta
Nem fatiada!

Alguém gostaria
de possuir, dela, uma fatia
Um pedaço qualquer?

Aquela mulher era linda...
Tinha os olhos azuis, da cor do mar.
Um coração enorme
capaz de amar.

Mas era gorda!
Ninguém a queria.
Mesmo que fosse em fatias.

10 comentários:

hesseherre disse...

MAS AFINAL ESTA ERA UMA mulher ou um presunto de Botero?
Quem iria querer fatias dela? só se forem os canibais modernos....Ela pelo menos é defumada?

Paulo Tamburro disse...

OI FÁTIMA,

pena que eu não a tenha conhecido.

Fatiá-la? Absolutamente.

Iria degustá-la por inteiro, o conjunto da obra todo, afinal as gordinhas são hoje, as mais novas fantasias sexuais do homem.

Verdade!

Fala sério (rs).


Um abração carioca.

hesseherre disse...

PAULO, faz um lipidograma completo...se o que v. afirma é verdade voltamos para os tempos das pinturas deBoticelli e outros que retrataram gordinhas muito antes do Fernando Botero sonhar em nascer...

Fátima disse...

Esta mulher, em questão, era gorda.
Não era presunto, não era nada!
Se fatiada não sei se
mudaria o sabor.

Seja como for
Era uma cheinha
Cheirosa.
Não era a Rosa...
Era uma mulher.

Uma gorda qualquer
... Que fosse!
Não era presunto
Não era doce.
Mesmo que desse para fatiar...
Comer nem pensar!

Obrigada pelas visitas e comentários.
Com carinho
Rosa de Fátima

Melanie Brown disse...

Bonito. UM tantinho de protesto. Tu viu com os olhos que todos nós deveríamos ver: Afetivos!

Sumo só as vezes do meu blog, me falta tempo e até inspiração, mas não se descuide daqui, acredite, sempre te leio, e nunca esqueço que fui a primeira a ti descobrir neste mundo, também ti gosto muiiito, ABRAÇOS!!!!

Anônimo disse...

Bom Diaaaaaaaaaaaaa Didi!!!!!!!
Voltei, com saudades da Maraláxia! Muitas saudades mesmo!!!!
Paris é lindo, Lisboa tb, mas voltar pra casa é muito bom!!!!!!
Beijos, abraços e fique com Deus!
Ana.

Giardia disse...

Grande coisa!!

Sou magrinha, magrinha e ninguém também me quer!!

Fátima disse...

Quer sim... Vc que não percebe!

Rosinha disse...

Olá amiga gostei de saber que também é Rosa, como eu , gosta de escrever o que lhe vai na alma tal como eu , já sinto que nos vamos dar bem, este poema sobre a gorda deixou-me a pensar, eu sempre fui magra, não magrinha, mas magra, e por causa da minha doença, tomo muitos remédios e realmente sinto-me gorda, tenho pena é que certas pessoas pensem que só acontece aos outros beijinhos !!

Fátima disse...

Pois é, Rosinha
Não só a gordura
Ou a magreza
A fortuna...
A riqueza...
É tão frágil o ser humano
Tudo muda de figura
Quando mudam os planos.
Tudo não passa de ilusão
Desengano.
Quem somos nós?
Para onde vamos?
E daí, eu também, me ponho a pensar:
Para quê este eterno sofismar?
Este viver de aparências
Se o essencial é invisível para os olhos?
Mas, a maioria das pessoas não vêem assim.
Um beijo, minha querida Rosinha

Com carinho
Rosa de Fátima