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domingo, 19 de setembro de 2010

Cães que ladram não mordem


Ela era tudo o que ele desejava.
Era a eloqüência.
A irreverência.
A educação disfarçada
(em malcriadeza)

Para ele, ela possuía a beleza de um ser angelical.
Via nela a fidelidade de um animal.
Um cão indomável,
ao mesmo tempo dócil e puro.

No claro, no escuro
Era a caça
A graça e o faro.
Um animal raro
e estranho.

Nutria por ela um amor tamanho...
Que se esforçava por entendê-la.
E para não perdê-la
ele assumia atitudes,
que para ela não era virtude.

Ela não era anjo, nem demônio.
Era um cão, de raça.
De muita raça!
Tinha a graça da vida.

2 comentários:

Melanie Brown disse...

Amo tuas rimas, que tanto falam ao meu coração, tu sabes mas irei repetir, tua presença é estimulante e carinhosa, não fico sem, e agradeço com verdade!!

Beijos e Bom inicio de Semana!!!!

Nilson Barcelli disse...

Cão sem raça
Presa sem graça...
Excelente poema, querida Fátima. Adorei as suas palavras poéticas.
Querida amiga, boa semana com raça...
Beijos de graça...