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quarta-feira, 26 de maio de 2010

A revolução dos bichos

Diante dos polêmicos comentários, na postagem do vídeo de Arnaldo Jabor, eu gostaria de deixar bem claro que sou brasileira, com muito orgulho, e percebo que há uma forma exagerada de potencializar os feitos de Lula, tanto para o bem quanto para o mal. Amo meu Brasil e não torço, de forma alguma, pela sua involução. Mas, também, não posso concordar com o que não me cheira bem. Fico, sim, apreensiva com a pessoa entrante!
Gostaria que o bem reinasse, que o país caminhasse sempre para a evolução e jamais retrocedesse.
Isso tudo faz-me lembrar a "A Revolução dos Bichos"
de George Orwell.
Napoleão era um porco, líder de uma revolta feita por animais em uma granja. Nessa granja, em uma fazenda, eles expulsaram o dono, Sr. Jones, para ter o controle total dela e poder administrá-la como queriam, fazendo tudo o que sempre sonharam fazer, criando leis próprias, empunhando a bandeira em favor do bem-estar deles( dos animais). Passado o período de excitação e estabilidade inicial, Napoleão vai aos poucos mudando, traindo a confiança de seus companheiros, forjando dados, manipulando tudo a seu favor.
Amplia os horizontes, emerge na vizinhança.
Qualquer semelhança...
Esqueçam!
Continuando. Lentamente, ele, Napoleão, se torna um ditador e se aproxima cada vez mais dos hábitos humanos, contrariando todos os princípios, traindo todos e tudo pelo que ele sempre lutou e devotou lealdade e instala um governo pior do que o do antigo dono da fazenda, totalmente contrário ao que ele pregava.
No livro há um porco de nome Garganta, ele sempre tenta provar o contrário aos animais, usa as formas mais engenhosas para convencer que tudo está como deveria estar, que a causa é justa, que tudo corre conforme o prometido e quer, a todo custo, com todas as explicações possíveis- recortes e mais recortes de jornais: LE MONDE, O Globo , Jornal Valor Econômico, etc e etc, convencer os outros animais disso.
Quer empurrar goela abaixo para o restante dos animais que a vida está muito melhor. Só que muitas coisas não são digeríveis e realmente, aí sim, elas raspam a garganta, descem enroscando goela abaixo:
hhhhhhhhhhhhhhhhhrrrrrrrrrrrrr....
Garganta, o porco, e os cães tratam sempre de garantir que o camarada Napoleão tem sempre razão.
Qualquer semelhança com a granja e os nomes dos bichos... Só lendo o livro! Vale a pena, só assim poderão dar nomes aos bois, digo, aos porcos.
Diferentemente dos animas da Granja dos Bichos, somos inteligentes o bastante para pensarmos e não sermos enganados facilmente.
Acho graça como as pessoas se corrompem de maneira fácil, como os pensamentos mudam.
Diante de tantos feitos e igual corrupção, fico sim apreensiva, embora também saiba que não sou nenhuma pessoa expert em política, ou em leituras mais expressivas, mas tenho cá minhas razões.
Cada vez mais percebo que o governo se assemelha com aqueles que combatia. Sei que nem tudo pode ser perfeito, a tentação deve ser terrível. Mas corrupção, INFRINGIR as leis eleitorais já de cara...
Quatro pernas, bom.
Duas pernas, ruim.
Só para ilustrar, para quem não leu o livro, sob o comando dos inteligentes e letrados porcos, os animais aprenderam os Sete Mandamentos, que, a princípio, ganhava a seguinte forma:
1. Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo.
2. Qualquer coisa que ande sobre quatro pernas, ou tenha asas, é amigo.
3. Nenhum animal usará roupas.
4. Nenhum animal dormirá em cama.
5. Nenhum animal beberá álcool.
6. Nenhum animal matará outro animal.
7. Todos os animais são iguais.
Para os animais menos inteligentes, os porcos resumiram os mandamentos apenas na máxima "Quatro pernas bom, duas pernas ruim" que passou a ser repetido constantemente pelas ovelhas.
E hoje, olhem só.
Hoje, eles andam sobre duas patas também!
Acorda bicharadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.


8 comentários:

Anônimo disse...

Vá escrever bem....Vale a pena ler seus arti
gos.....Parabéns amiga...Sônia de Minas Gerais

Anônimo disse...

Adorei, Didi!
Muito inteligente seu texto, viu?
Bjs,
Ana.

hesseherre disse...

Esta fábula foi admiravelmente entrosada com a nossa situação política atual....querem nos fazer de otários, de ovelhas não pensantes, primam pela manutenção do status quo, mesmo quando tudo comprova a criminalidade e o ato doloso, a corrupção e a descompostura, as faltas de senso e honestidade....para onde caminhamos?

Anônimo disse...

Esta minha amiga sp me surpreendendo!!! Adorei!!!
Carmem

Anônimo disse...

Lerei o livro e darei nome aos bichos, mas uma vez PORCO- sempre PORCO. MP

Mariazita disse...

Olá, Fátima
Muito boa a sua postagem.
Li esse livro ( em português "O triunfo dos porcos") há muitos anos, mas recordo-o como se tivesse lido ontem.
Não vou pronunciar-me acerca das suas comparações óbvias - obviamente :))) não tenho conhecimentos da política brasileira para o poder fazer.
Mas... minha amiga, as semelhanças entre os nossos países são tão grandes (pelo menos a esse nível) que a única coisa que muda são os nomes - dos porcos, é claro!

Não posso perder as suas postagens. Elas são por demais interessantes...

Beijinhos

Anônimo disse...

MANAFÁ . QUE COISA, HEIN?
SEM EMITIR OPINIÂO, OPINO: A FOTO DO PORCO FOI DEMAIS! EM TODOS OS ASPECTOS : PARA ELUCIDAR ESSE TEU BRILHANTE TEXTO E SOBRETUDO PRA EU MORRER DE SAUDADE. QUERO UMA CÓPIA. BEIJOS. BOA NOITE. BOM FIM DE SEMANA.
MANOTÓ

JADY*ALVES disse...

Muito bom Fatima, bom demais mesmo, qualquer semelhança com certeza não é coincidencia não, e olha esses mandamentos aí, podemos fazer uso deles?
Viria bem a calhar amiga.
E por falar em porcos...
Bom, deixa pra lá...
Repetir o mesmo erro querida, jamais,
Como diz aquela frase... " Quem te conhece que te compre" O meu voto nunca maisssss

Beijos e carinhos,
jady