
Já te emprestei meus braços.
Nem percebeste que eram meus.
E mesmo se outros braços eu procurasse
Não descansarias os teus.
Carregas quase tudo como um fardo.
E jogas a vida como um dardo
Sem saberes atingir quem.
Feres tão bem
Com esse veneno feito lança
E quando o meu coração alcanças
Jorras dor feito ninguém.
Ah... Como dói o teu cansaço!
De tanto te emprestar meus braços.
Eu cansei também.
Nem percebeste que eram meus.
E mesmo se outros braços eu procurasse
Não descansarias os teus.
Carregas quase tudo como um fardo.
E jogas a vida como um dardo
Sem saberes atingir quem.
Feres tão bem
Com esse veneno feito lança
E quando o meu coração alcanças
Jorras dor feito ninguém.
Ah... Como dói o teu cansaço!
De tanto te emprestar meus braços.
Eu cansei também.
4 comentários:
Didi, BOM DIAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!
Achei o texto triste mas sei que é verdadeiro. Tb te sinto assim, sabia?
A foto é bonita!!!! Gostei...
Beijos e boa segunda a vcs!
Ana.
Não sei por que colocou farinha na foto...
Mas o poema é claro... muito bom. Nada cansativo...
Gostei.
Querida amiga, boa semana.
Um beijo.
Oie, adorei o seu blog!
Beijossss
Triste. Cobrador. Um jeito de desistir? Foram muitos sentimentos que passaram por minha cabeça ao ler este. Sorriso bonito muito visível!!
Bjaum'
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