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quinta-feira, 18 de outubro de 2007

O lençol e eu

Pra não dizer que só falo de flores...
Falei de amores, pedi amores!
E o meu corpo, suado e cansado,
saltitante e suplicante,
rola e brinca de poesia.
Deita e adormece!
Os sonhos?
Continuam, jamais fenecem!
Misturam-se a outros sonhos:
Desejos, fantasias.
Sinto a minha pele macia que se deleita
e preguiçosa, espreguiça.
Rola e encosta
e no lençol... deita.
Também ele me acaricia.
Apaixonado!
Meu corpo macio, nele encostado.
As curvas ficam suspensas, relevantes.
E o lençol pede suplicante
que, nele, eu me encoste.
Mas, as curvas se elevam flutuantes.
Sorrateiras zombeteiam.
Contorcem fazendo graça.
E ele adoça- me, roça-me, envolve-me.
Sinto seu toque acariciante.
Ficamos assim por um instante.
Em êxtase, magia!
Sentindo-nos, curtindo-nos.
Hora de levantar!
E os sonhos... ficam por sonhar.
Acordo!
.........
....
Bom dia!
Maraláxia sonhante.

3 comentários:

sergio fronha disse...

É a primeira vez que eu vejo alguém transar com um lençol...
Espero que seja de linho ou seda...

Gataláxia disse...

Quando o envolvimento é poesia, tudo é possível.
Transa- se tudo em nome da poesia e da beleza que a envolve.
Coisa pra poucos!
... De linho, de seda, que importa? Poesia apenas. A indústria têxtil, então, agradece.
Ahhh?!? Sérgio Fronha porque, heim?
Hummmm... Nome estranho este!
Obrigada pela visita!
Maraláxia 100 % algodão doce.

Anônimo disse...

Ahhh pobre alma essa que nunca sentiu amor por seu lençol...certo Maraláxia...não importa o tecido e sim a poesia...tão bela.PxSac